IntroduçãoPasso 1 - Relembrar os conceitos básicos de negociação Passo 2 - Preparar a negociação Passo 3 - Cuidar a apresentação Passo 4 - Escolher o método de negociação Passo 5 - Relembrar as regras da argumentação verbal Passo 6 - Aplicar as técnicas de negociação
O sucesso na vida depende do sucesso das negociações.
Todas as pessoas negociam alguma coisa todos os dias, mesmo quando não se apercebe que está a fazer. As negociações não devem ser feitas pelos lucros, pelos ganhos pessoais ou pelo poder de mandar, mas antes pela produção e pela cooperação. A negociação depende da comunicação. Ocorre entre indivíduos que agem, por si próprios ou como representantes de grupos organizados e, por isso, pode ser considerada um elemento do comportamento humano.
A negociação é um processo que pode ser aprendido e
aprofundado, obedecendo a diferentes teorias e estratégias, mas os elementos
básicos não mudam:
Com muita frequência, é necessário aprender através da
experiência e do erro. Mas um dos conselhos básicos na negociação é ter um
conhecimento aprofundado das circunstâncias que a rodeiam.
Preparar uma negociação é algo que pode durar um ano inteiro, sobretudo porque o trabalho não acaba ou começa quando um contrato expira. Além de fazer os "trabalhos de casa", o negociador deve tentar analisar os elementos do ponto de vista do opositor. As etapas a seguir são as seguintes:
Para além de ter em atenção os aspectos físicos do espaço onde
vai decorrer a negociação, tal como a iluminação, cor, assentos confortáveis,
ar condicionado, telefones para comunicações com o exterior, há que ter em
conta a apresentação dos negociadores propriamente ditos.
O negociador deve tentar adequar o seu estilo - clássico, casual, arrojado, inovador - ao interlocutor. Negociar um contrato com uma banda de hard rock é certamente diferente de negociar com uma instituição bancária. Mas o estilo não se refere exclusivamente à roupa ou penteados, é uma preocupação que se deve estender também à apresentação das ideias. Recorrer a projeções em PowerPoint ou qualquer outro sistema informático e entregar dossiês personalizados a cada um dos intervenientes são pormenores que ajudam a conquistar pontos. A linguagem empregue ao longo da negociação deve também ser adequada às circunstâncias. O negociador deve dominar todos os termos técnicos referentes ao assunto que se encontra sobre a mesa, mostrar clareza na apresentação dos argumentos e organização na exposição das ideias. Será escusado dizer que em momento algum o negociador deve perder a calma ou recorrer a palavras menos corretas..
Uma negociação decorre a dois
níveis, o do conteúdo e o das regras utilizadas para negociar esse conteúdo.
Cabe ao negociador escolher a estratégia mais adequada. Existem três:
negociação branda, agressiva ou com princípios.
Para tomar as rédeas de uma conversa é necessário fazer
perguntas diferenciadas e estruturá-las de forma a conduzir o diálogo para os
objetivos a alcançar. Uma das estratégias é utilizar uma pergunta matriz
através da qual é possível dirigir uma negociação, tendo em atenção os gestos
e movimentos do interlocutor.
Assim, para construir uma argumentação verbal é necessário:
Quando sentir que a negociação está quase terminada e que poderá haver acordo, deve ser dada à outra parte algo que para ela tem valor, mas que seja coerente com a base lógica da proposta apresentada. Deve ficar bem claro que se trata de um gesto final, para não criar expectativas de eventuais concessões adicionais. Uma oferta deste tipo pode ajudar a dissipar dúvidas ainda existentes e a desbloquear o acordo. Desta forma a outra parte abandona a negociação satisfeita e com a sensação de ter sido tratada com justiça. Sentimentos como este podem representar mais uma valiosa estratégia no momento da aplicação do acordo assim como em futuras negociações. Pense Nisto!! Boas Negociações. Bibliografia |
Como Negociar Eficazmente
O trabalho mais difícil do mundo.
O Trabalho mais dificil do mundo você se habilita?
Assista se gostar compartilhe...
Assista se gostar compartilhe...
A Gente ou Agente!!??
A
Gente ou Agente
Você
Decide !!!!
Quem
perambula por esse mundo de pessoas trabalhando em empresas passa a conhecer
cada faceta desta relação de uma maneira meio telepática. Basta olhar para as
pessoas dentro da empresa para saber como elas estão. Olhos baixos e
catatônicos têm a cara da incompetência da empresa ou do chefe em conseguir
contratar e motivar gente competente,
isto reflete no seu mercado. Eu bem que já andei por toda a minha vida de empregado
profissional à cata de uma empresa que preenchesse meu sonho de espaço para
trabalhar e me realizar, é claro ainda procuro, mas opção foi abrir a minha
própria empresa, para de outra forma dizer a estes chefes e empresas o que pode
ser mudado para atrair mais resultados..Na coluna anterior falei que a qualidade começa em mim em você em nós e para isto o que conta realmente são as pessoas da empresa. Quem constrói tudo o que está nela são as pessoas. Ë aí é que nasce a verdadeira divisão. Em qualquer empresa há duas categorias de pessoas trabalhando: a gente e agentes. É assim que elas são. Cabe à empresa decidir qual o percentual de a gente e agentes ela quer ter.
A gente - A gente é aquela galera que convive com o que a
empresa é. Navega nas ondas da cultura da empresa sem nem se mexer para não ser
vista.
A situação é
parecida com aqueles filmes de dinossauro. Dizem, os estudos dos biólogos, naturalistas que o dinossauro não enxerga ninguém. Só sente
o calor. Quando alguém não se mexe, não ganha novos desafios. Só salários.
Estes são os Empregados. É o que a gente que trabalha na empresa quer. Salários,
Emprego. E, de repente o status de trabalhar em empresas que têm marcas
conhecidas. Esse pessoal fala muito mal da empresa. Não para quem poderia
melhorá-la. Talvez para os colegas da classe dos a gente. Quando alguém é
promovido e ele não, Reclama. Mas nem sabe bem porque. Só para reclamar. O
Dilbert, esse personagem que anda por aí é o retrato disso. Não se iluda, em
qualquer empresa há gente assim. Quanto maior e mais estruturada mais fácil é
que alguém se abrigue. Como vírus do herpes, da gripe, fica latente. E se
manifesta quando e empresa entra em crise. Aí fica claro que as tais pessoas nada
podem fazer para ajudar. Aliás, foram elas que atrapalharam.
Agente - Parte do que o Aurélio define como agente é: causa,
razão, motivo, motor, propulsor, impulsor.
O agente é isso. Ele faz a empresa andar. Ele
vive agitando. Ele fala até mal da empresa. Mas para pessoas que podem mudar a
empresa. Quase sempre ele fala mal da empresa, mas já vem com a solução daquilo
que ele acha que está errado. Quase sempre ele tem uma palavra de elogio a quem
faz coisas boas. Quase sempre ele está movimentando seus colegas para ações de
melhoria na empresa. Projeto para ele é meio de vida. Ele sempre inicia um novo
projeto. Quem o segue? Claro, os agentes, eles fazem a diferença. A gente fica
parada. Finge que não ouve. O agente são os empregáveis. Sentiram a diferença? Agora é só fazer o
inventário. Quem na sua empresa é a
gente ou agente? Se a soma dos agentes supera os a gente em muito, o
sucesso está garantido. Caso contrário pense rápido! O fim está próximo.
-
Conte Conosco !
Paulo Roberto Kroich Gomes
Vocare Consultoria, Treinamento, Marketing , Vendas
site - www.vocare.com.br
email - vocare@vocare.com.br
ms - paulorobertovocare@hotmail.com
fone 47 99633140
Vocare Consultoria, Treinamento, Marketing , Vendas
site - www.vocare.com.br
email - vocare@vocare.com.br
ms - paulorobertovocare@hotmail.com
fone 47 99633140
Aprenda a fazer reuniões
Reuniões são inevitáveis, seja no ambiente corporativo, acadêmico ou mesmo no doméstico. O grupo de estudos precisa definir como realizará o projeto de pesquisas, o departamento de pesquisa vai definir como aplicar seu orçamento para os próximos 6 meses, e o condomínio quer saber se é mais prioritário impermeabilizar o teto das garagens ou instalar câmeras nos acessos do prédio. Qual a solução tradicional? Reunir os interessados, ouvir a todos e tomar decisões sobre o que fazer.
Mas uma reunião mal planejada ou conduzida perde muito de sua eficácia. Abaixo alguns passos para garantir uma reunião que produz resultados são simples e óbvios, mas muitas vezes acabam ficando de lado. Tenha um tema bem definido. Registre-o, juntamente com os tópicos, em uma pauta - mesmo que simples e resumida. Divulgue-a com antecedência aos que deverão estar presentes e aos demais interessados.
- Marque com antecedência. Ao
divulgar, informe todos os participantes sobre o tema e pauta da reunião,
e sobre quem mais estará presente, para que possam chegar preparados com
dados e idéias. A antecedência necessária depende do tema e contexto: às
vezes, 30 minutos de antecedência podem ser suficientes, e em outras vezes
48h pode ser pouco.
- Defina horário e duração. E
não exceda a duração definida, a não ser que seja de comum acordo.
- Não chame “todo mundo”. Uma
reunião só com as pessoas envolvidas diretamente tem mais chances de ser
produtiva e chame também as pessoas que são capazes de resolver os
problemas.
- Defina um secretário. Um dos
participantes da reunião deve ficar encarregado de acompanhar os pontos da
pauta, para certificar-se de que serão todos discutidos, tomar notas sobre
as decisões relacionadas e gerar uma ata sumarizando-as - imediatamente
após a reunião .
- Tenha uma política clara
quanto a atender telefonemas durante a reunião. Nem sempre é possível
evitar todas as chamadas.
- “Pule” as discussões
operacionais. Assim que for decidido “o que” fazer, a tendência é que as
pessoas ou áreas diretamente envolvidas queiram discutir imediatamente
“como” fazer - mas isto tende a não afetar imediatamente a todos os
presentes. Faça com que marquem imediatamente uma reunião entre eles
diretamente, e prossiga com sua pauta original.
- Não permita que o debate
seja monopolizado ou polarizado. Garanta o livre fluxo de manifestações e
opiniões: se necessário, interfira para garantir voz e vez a todos.
- Gere decisões efetivas. A
reunião não deve definir apenas “o que” fazer, mas também qual o próximo
passo, e quem será o responsável
pela ação.
- Permita a discussão de
itens que não estavam na pauta original. Mas apenas no final da reunião,
após encerrar todos os temas originalmente agendados.
- Tema da reunião
- Motivo da sua realização
- Data, horário, duração
prevista e local
- Quem a conduzirá (se for o
caso) e quem estará presente
- tópicos agendados
- Tema da reunião
- Motivo da sua realização
- Data, horário, duração e
local em que se realizou
- Quem a conduziu (se for o
caso) e quem esteve presente
- Tópicos discutidos e
decisões tomadas
- Para cada decisão registrada,
idealmente deve constar qual será a próxima ação e quem entre os presentes
é o responsável
Para Palestras, Cursos, Convenções em Vendas em Marketing, Vendas, Empreendedorimos,
Motivação e Coaching
Conte Conosco
Paulo Roberto kroich Gomes
Vocare Consultoria Treinamento Marketing Vendas.
www.vocare.com.br
fone 047 99633140
Skype - paulotobertovocare
Facebook - Paulo Roberto - Vocare
Linkedin
Você sabe o que o cliente espera da sua empresa?
Você sabe o que o cliente espera
da sua empresa?
Caro leitor peço que leia e reflita sobre o exercício proposto
abaixo, pensando, efetivamente, em seus clientes (ou possíveis clientes, para
quem está começando). Assinale os
principais atributos para os seus clientes. No máximo os 7 itens que julgar serem os
principais.
Este exercício serve como aquecimento para as
atividades do seu dia a dia e repensar o que o cliente busca quando compra um
produto ou serviço da sua empresa aproveite
tire uma copia e faça uma
pesquisa com todos na sua empresa.
• Rapidez • Desempenho •Tecnologia
• Agilidade • Status • Serviços
• Praticidade •
Tranqüilidade • Atendimento
• Resistência •
Conforto • Personalização
• Espaço • Solução • Acabamento
• Novas opções •
Competitividade • Prazer
• Despreocupação • Regularidade • Pontualidade
• Economia • Segurança •
Tradição
• Durabilidade • Acolhimento •
Outros (descreva)
Pense , Reflita
: -
- É
fácil responder esse exercício?
- Já
tinham parado para pensar nas expectativas dos clientes antes?
- Isso
que você respondeu é, de fato, o que os clientes esperam ou o que vocês
acham que eles esperam?
- Ouve
divergência nas repostas nas questões de cada uma das pessoas da equipe.
- Como
vocês sabem se é mesmo isso ou não?
- Pergunte
diretamente para ele peça para que anotem até 5 palavras que mais
descrevem o seu negócio, acrescente outras palavras que tenha algo haver
com o seu negócio.
- Analise
as repostas, verifique se esta de
acordo com a sua visão e missão do seu negócio, faças as mudanças necessárias.
Pergunte, reflita,
analise, de qualquer forma que bom que
você (ou alguém de sua empresa ) faz pergunta e ouvem os clientes. Sorte, também, vocês
terem clientes que dizem o que querem. Mas nem todos são assim. Há muitos
clientes que não dizem o que querem. Mas
esperam que você saiba. Assim como há também colaboradores que não sabem bem o
que os clientes querem de suas empresas, então esta reflexão serve para que
você faça um alinhamento das expectativas dos clientes em relação a sua
empresa..
Loucura? Não! O cliente
tem razão. Desde que ele seja seu prospect em potencial cliente tenha haver com o seu negócio, para isso você
precisa conhecer o seu mercado. Todos deve ser bem tratados, porém o cliente em
potencial é o nosso rei você já deve ter ouvido isso, mas o problema que tem
muita gente, empresa, que faz dele o
bobo da Corte. Se você monta uma empresa
num ramo qualquer, o cliente supõe que você conheça bem o que ele quer. E se
você não sabe, precisa perguntar. ‘’È isso faça perguntas descubra e o que o
seu cliente quer, e aja quando souber a reposta isto é pro-atividade
para fazer a diferença no mercado.,
.
Significado da Páscoa...
O Significado da Páscoa
Há dois mil anos atrás, um homem veio ao mundo disposto a ser o maior
exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria, tornou-se o mestre dos
mestres.
Sua proposta de vida não foi atendida e entendida por muitos, muitas vezes os
aprendizes não estão prontos para aprender condenaram este homem e
crucificaram-no ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor.
Houve dor, angústia e escuridão.
O sol se
recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, até que no terceiro dia a
vida acontece, reacontece, ressurgi, renova-se.A Páscoa, não é somente um
fenômeno comercial, existe para nos lembrar daquele momento inigualável chamado
ressurreição.
Ressurreição do sorriso, da alegria de viver, do amor.
Ressurreição da amizade, da vontade de ser feliz.
Ressurreição dos sonhos, das lembranças.
Ressurreição do impossível no possível
Ressurreição da esperança.
Ressurreição eterna do alimento do homem.
E de uma verdade que está acima dos ovos de chocolates ou até dos
coelhinhos da páscoa e do sentido comercial ou de qualquer outro sonho neste
sentido, mas dá fé para que as pessoas tocadas e sensibilizadas possam
ressurgir para um novo tempo.
Cristo morreu, mas ressuscitou...
E fez isso somente para nos ensinar a matar os nossos piores defeitos e
ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações,
reavivadas por alguns e enterradas por muitos.
Que o sentido verdadeiro da minha, da sua, da nossa Páscoa, no mundo
pessoal profissional, independente das questões financeiras e dos resultados
frenéticos que buscamos incessantemente que possamos encontrar amor, carinho,
paz, fraternidade, companheirismo, na família, na comunidade na Empresas com os
nossos pares e impares porque isso sim é o verdadeiro sentido da Páscoa e da
renovação a que todos nos estamos e devemos estar sujeitos para nossa evolução
e para a evolução da humanidade, Pense nisto recomeçar por aqui já é um grande
passo abaixo alguns ingredientes para esta Páscoa,
Alguns ingrediente pra uma boa Receita de Ovos de Páscoa
Ingredientes:
• Perdão
• Alegria
• Paciência
• Fé
• Perseverança
• Vontade de Ser Feliz
• Paz
..... ( acrescente o seu toque especial )
Modo de fazer:
Misture no recipiente bem lavado da sua alma, chocolate, mais perdão e
alegria. Deixe calmamente em banho-maria até que todas as mágoas e rancores
sejam depurados.
Espere esfriar um pouco, salpicando perseverança e paciência e despeje
nos dois lados do coração.
Prepare o seu bombom predileto com recheios de paz e vontade de ser
feliz. Reze/ore/medite nessa hora. Desinforme as duas partes moldadas no
coração, coloque dentro os bombons, embrulhe com um papel transparente de
amizade, verdejante e luzente de esperança.
Amarre com fitas prateadas de carinho e mande muitos, muitos, pra quem
não te entende também... é tempo de redenção.
FELIZ PÁSCOA!!!
Mensagem da
www.vocare.com.br encaminhada via web e.mail em 2009 readaptação 2011, 2014,
2016 .
Vocare
Consultoria Treinamento e Marketing - Desenvolvimento Empresarial desde de
11.11.2001 leva semanalmente, a amigos e clientes mensagens motivacionais na
linha de Comportamento, Marketing e Vendas, o seu e-mail está cadastrado em
nosso mailing. Caso não deseje mais receber os textos queira por gentileza,
retornar este com assunto "remove" para que possamos descadastrar, se
por outro lado quiseres indicar nossas mensagens á outras Pessoas e Empresas, A
organização Vocare, agradece, - Obrigaduu !
P.S Fazemos
seminários e palestras treinamentos em Vendas, Qualidade no Atendimento,
Marketing...,
para grupos
abertos ou fechados, na sua empresa ou na sua cidade.
Entre em contato
conosco! fone 047 99633140 - vocare@vocare.com.br - www.vocare.com.br
– Estamos no Skype – Instagran- Facebook
________________________________________
Paulo Roberto
Kroich Gomes
Vocare Consultoria,
Treinamento, Marketing , Vendas
site -
www.vocare.com.br
email
- vocare@vocare.com.br
msn
- paulorobertovocare@hotmail.com
estamos no twiter,
linkedin, facebook....
fone 47 99633140
Conte Conosco. !!!!
Coaching Centrado em Valores
Coaching Centrado
em Valores
A palavra “Coach” tem origens no
inglês medieval, e tanto pode significar carruagem ou trem, quanto treinador,
instrutor e preceptor. Traz associados os significados de levar, transportar ou
conduzir. O Coaching, portanto, é o processo de aprendizado
conduzido pelo Coach que tem o propósito de facilitar e apoiar
as pessoas em sua trajetória para a conquista de seus objetivos e metas.
O processo de Coaching Centrado em Valores,
com abordagem
Integral, permite que uma pessoa (o Explorador), apoiada por
outra (o Coach), seja conduzida por um conjunto de experiências
de desenvolvimento e transformação pessoal que inclui o
estabelecimento do estado atual do explorador; seus próprios
valores e critérios; o questionamento dos obstáculos que
impedem que seja atingido um determinado estado desejado; a discussão
de temas específicos; a exploração de alternativas; e o cumprimento
de tarefas, com o propósito de se estabelecer e alcançar objetivos
estimulantes e metas desafiadoras.
Benefícios:
· Auto-conhecimento e
auto-confiança;
· Identificação de Valores e Critérios pessoais;
· Conquista de Objetivos e Metas;
· Desenvolvimento de criatividade e espontaneidade;
· Superação de obstáculos;
· Desenvolvimento de novas competências;
· Solução de conflitos de prioridades; e
· Evolução e transformação pessoal.
· Identificação de Valores e Critérios pessoais;
· Conquista de Objetivos e Metas;
· Desenvolvimento de criatividade e espontaneidade;
· Superação de obstáculos;
· Desenvolvimento de novas competências;
· Solução de conflitos de prioridades; e
· Evolução e transformação pessoal.
Compromisso do
Explorador:
Vivenciar o processo de Coaching Centrado em Valores conduzido
pelo Coach, por um período previamente estabelecido, visando tornar-se uma
pessoa mais parecida com aquela que gostaria de ser e alcançar seus objetivos
pessoais e profissionais.
Compromissos do
Coach:
Conduzir
o processo de Coaching
Centrado em Valores, de acordo com uma abordagem Integral, por um período
previamente estabelecido com o Explorador, tendo especial atenção em:
· Manter o sigilo das
informações trocadas durante o processo;
· Estimular o Explorador a identificar os seus próprios valores e critérios;
· Encorajá-lo a estabelecer metas desafiadoras, atraentes e irresistíveis;
· Levá-lo a refletir sobre as situações relacionadas à promoção do seu aprendizado;
· Apoiá-lo no estabelecimento de prioridades e assunção de responsabilidades com relação ao seu próprio desenvolvimento; e
· Oferecer feedback específico, honesto e construtivo.
· Estimular o Explorador a identificar os seus próprios valores e critérios;
· Encorajá-lo a estabelecer metas desafiadoras, atraentes e irresistíveis;
· Levá-lo a refletir sobre as situações relacionadas à promoção do seu aprendizado;
· Apoiá-lo no estabelecimento de prioridades e assunção de responsabilidades com relação ao seu próprio desenvolvimento; e
· Oferecer feedback específico, honesto e construtivo.
A Ênfase nos
Valores:
Os Valores são as coisas a que atribuímos
importância, em cada uma das áreas de nossas vidas e estão fundamentados em Crenças.
Eles são assimilados, assim como as Crenças, a partir de nossa
própria experiência, e da modelagem e do exemplo dos membros de nossa família,
dos amigos e de integrantes da sociedade em que vivemos. Os Valores estão
intimamente ligados ao nosso Senso de Identidade.Quando associados a Princípios, podem ser entendidos como determinados padrões de natureza ética, estética e espiritual (integridade, honestidade, respeito, etc...). Podem ser, também, associados a determinados estados emocionais (amor, felicidade, coragem, fé, etc...). E podem ser, ainda, associados a determinadas características de pessoas ou objetos (beleza, sinceridade, pontualidade, qualidade, etc...).
Alguns são de natureza permanente e comuns a todas ou à maioria
das áreas da vida e podem ser chamados de Valores Centrais,
enquanto outros são transitórios e mais dependentes do contexto e podem ser
chamados simplesmente de Critérios. O que é importante para nós na
área familiar, pode ser diferente em uma outra área da vida como, por exemplo,
no ambiente profissional.
Agimos de
maneira congruente quando atuamos de acordo com nossos Valores e Critérios que,
por sua vez, definem os tipos de Objetivos e Metas que consideramos válidos.
Mais do que uma simples declaração de Crenças e Princípios,
os Valores se revelam pelas atitudes e comportamentos que
a pessoa adota diante dos desafios que enfrenta ao longo de sua existência. Os Valores e Critérios são
fontes da nossa motivação e das forças propulsoras por trás de tudo o que
fazemos.
Exemplos de Valores
Pessoais:
· Integridade
|
· Paz
de Espírito
|
· Honestidade
|
· Conexão
|
· Amor
|
· Contribuição
|
· Coragem
|
· Gratidão
|
· Fé
|
· Segurança
|
· Auto-estima
|
· Desafio
|
· Disciplina
|
· Aventura
|
· Saúde
|
· Liberdade
|
Agende uma Sessão de Coaching e conheça melhor os benefícios do processo.
Para Coaching Paulo Kroich
http://www.sbcoaching.com.br/ocoach/paulo-kroich
047 99633140 /
vocare@vocare.com.br
Margem bruta e Mark-up: entenda a diferença entre os dois
Margem
bruta e Mark-up: entenda a diferença entre os dois
Em minhas consultorias, muitos empresários, apesar de saberem que atuo mais na area de Marketing, Vendas e
Coaching, sempre me questionam em como trabalhar com o mark-up e porque
trabalhar com o Margem bruta… se voce
tem este tipo de duvida, vem comigo vou procurar explicar de uma forma simples…
pode acarretar em
prejuízos
A principal diferença entre esse dois métodos de cálculo
reside no fato de que:
– o markup é multiplicado pelo custo, e
– a margem bruta é uma parcela do preço.
Quem
não percebe isso geralmente pergunta “por que a margem bruta não pode ser maior
que 100% ?”. Para quem observa os dois métodos a resposta é óbvia. Observe os
exemplos abaixo e as fórmulas a seguir e
tire suas próprias conclusões.
Quando se
precifica um produto ou serviço no varejo, deve-se atentar para duas formas de
se fazer a precificação: margem bruta ou o mark-up. Mas qual é a melhor? E o
que significa cada uma delas?
É importante
ter os dois conceitos claros para não se incorrer em erros que podem levar a
uma queda na lucratividade geral da loja ou até em prejuízos.
Mark-up
Mark-up é o percentual que
é colocado sobre o custo da mercadoria para se chegar ao preço de venda. No
exemplo abaixo, temos:
Preço de custo da mercadoria (sem IPI): R$ 4,00
IPI (10%): R$ 0,40
Percentual de mark-up desejado: 30%
Preço de venda: (4,00 + 0,40) x (1+30%) = R$ 5,72
Margem
Bruta
Margem bruta ou margem de
contribuição, por sua vez, é o lucro efetivo que se tem com a venda de um
produto a partir de um determinado preço de venda. No exemplo abaixo, temos:
Preço de custo da mercadoria (sem IPI):
R$ 4,00
IPI (10%): R$ 0,40
ICMS de entrada (18%): R$ 0,72
PIS e COFINS (1,65% + 7,6% = 9,25%): R$
0,37
Preço de custo líquido da mercadoria:
4,00 + 0,40 – 0,72 – 0,37 = R$ 3,31
Para o mesmo preço de venda, de R$ 5,72,
temos:
Preço de venda bruto da mercadoria: R$
5,72
ICMS de saída (18%): R$ 1,03
PIS e COFINS (1,65% + 7,6% = 9,25%): R$
0,53
Preço de venda líquido da mercadoria:
5,72 – 1,03 – 0,53 = R$ 4,16
Portanto, a margem bruta que o varejista
terá será a seguinte:
Margem bruta = (preço de
venda líquido - custo líquido) / preço de venda líquido
Margem bruta = (4,16 –
3,31) / 4,16 = 20,43%
Margem Bruta x Mark-up x
Despesas
No exemplo dado acima, a diferença entre o mark-up e a margem bruta
é bastante significativa, enquanto que o primeiro foi de 30%, a segunda ficou
ligeiramente superior a 20%.
Mas que tipo de implicação existe se um varejista utilizar apenas o
mark-up? Apesar de se tratar de um método extremamente simples e fácil de ser
aplicado, apenas se multiplicando o valor do custo pelo percentual desejado,
seu uso pode acarretar em sérios problemas. Em primeiro lugar, pode-se pensar
que a margem efetiva do produto é igual ao mark-up, o que não é verdade, como
vimos anteriormente.
Este engano pode levar a prejuízos porque a loja, por exemplo,
poderia ter uma despesa operacional de 22% e, caso o varejista se baseasse
somente no mark-up, poderia ter a falsa impressão que os 30% colocados
inicialmente teriam sido suficientes. Desta forma, somente a margem bruta é capaz
de contabilizar o lucro real antes das despesas.
Concorrência
Outro ponto a ser considerado são as ações em preço feitas pelos
concorrentes. Se o varejista utilizasse somente o mark-up como estratégia de
precificação, ele não teria uma noção real do impacto das variações no preço de
venda. No nosso mesmo exemplo, digamos que um concorrente próximo fizesse uma
rebaixa de preço para o produto em questão para R$ 5,49. Neste caso, o
varejista poderia ser levado a também rebaixar seus preços para acompanhá-lo, o
que geraria um mark-up de 24,77% e uma margem bruta de 17,13%. Porém, com uma
despesa operacional de 22%, sua lucratividade final seria negativa em 4,87%.
Principalmente no setor supermercadista, no qual a concorrência é
acirrada, não são raras as vezes em que são feitas promoções com rebaixas de
preço, o que pode ser uma armadilha para aqueles que se baseiam apenas no
mark-up.
Pense Nisto, agora que você já sabe não caia no erro comum, refaça seus custos, consulte um especialista
para te dar um apoio.
Observação: È claro que devemos fazer estas contas
inserindo os chamados custos variaveis, aqueles que temos quando vendemos um
produto ou serviço que são; frete, comissão do vendedor, entre outras despesas que ocorreram por conta da venda de um produto/serviço. … mas isso fica
para uma próxima…
Assinar:
Postagens (Atom)










