Como Negociar Eficazmente

Como Negociar Eficazmente
Índice

Introdução




O sucesso na vida depende do sucesso das negociações.

Todas as pessoas negociam   alguma coisa todos os dias, mesmo quando não se apercebe que  está a fazer. As negociações não devem ser feitas pelos lucros, pelos ganhos pessoais ou pelo poder de mandar, mas antes pela produção e pela cooperação.

A negociação depende da comunicação. Ocorre entre indivíduos que agem, por si próprios ou como representantes de grupos organizados e, por isso, pode ser considerada um elemento do comportamento humano.

Passo 1 - Relembrar os conceitos básicos de negociação


A negociação é um processo que pode ser aprendido e aprofundado, obedecendo a diferentes teorias e estratégias, mas os elementos básicos não mudam:

*      Nenhum dos negociadores deve tentar "ganhar" os despojos do passado;
*      Ambos enfrentam um problema atual. que pode prejudicar o seu relacionamento futuro;
*      Nenhum deve tentar impor um convénio;
*      Para alcançar o acordo é necessário procurar níveis de interesse comuns;
*      Ambos estão desejosos de encontrar uma solução em que todos ganhem. O objetivo é chegar ao acordo, não é obter uma vitória total.
Passo 2 - Preparar a negociação


Com muita frequência, é necessário aprender através da experiência e do erro. Mas um dos conselhos básicos na negociação é ter um conhecimento aprofundado das circunstâncias que a rodeiam.

Preparar uma negociação é algo que pode durar um ano inteiro, sobretudo porque o trabalho não acaba ou começa quando um contrato expira. Além de fazer os "trabalhos de casa", o negociador deve tentar analisar os elementos do ponto de vista do opositor.

As etapas a seguir são as seguintes:
*      Estabelecer objetivos: estes podem ser definidos como o encontro de uma ou mais necessidades dos participantes envolvidos e não devem ser rígidos.
*      Optar por um indivíduo ou uma equipa negocial: o grau de preparação, o número e tipo de pessoas que podem compor uma equipe de negociação dependem da importância do negócio, da sua dificuldade e do tempo disponível.
*      Escolher o local de encontro: conduzir a negociação em "território" do negociador tem vantagens práticas e psicológicas porque obriga o outro lado a deslocar-se. Em contrapartida, o negociador deslocar-se no território "inimigo" também tem benefícios porque o negociador pode devotar todo o seu tempo à negociação sem distrações ou interrupções inerentes e estar no seu próprio escritório.
*      Preparar o encontro: caso seja o interlocutor que se desloca até ao negociador, este deve ter o cuidado de lhe prestar assistência nos planos de viagem. São pormenores que ajudam a definir o clima do encontro. Os arranjos físicos do espaço da negociação também podem ter um efeito potencial.
*      Definir a agenda: uma agenda geral, que consiste no documento que será apresentado ao interlocutor, e uma agenda pormenorizada, para uso próprio.
*      Escolher a abertura do encontro: há negociadores que preferem começar com um tema irrelevante, outros optam por contar uma história humorística para aliviar a tensão e outros ainda começam com alguns dos princípios gerais da negociação.

Passo 3 - Cuidar a apresentação


Para além de ter em atenção os aspectos físicos do espaço onde vai  decorrer a negociação, tal como a iluminação, cor, assentos confortáveis, ar condicionado, telefones para comunicações com o exterior, há que ter em conta a apresentação dos negociadores propriamente ditos.

O negociador deve tentar adequar o seu estilo - clássico, casual, arrojado, inovador - ao interlocutor. Negociar um contrato com uma banda de hard rock é certamente diferente de negociar com uma instituição bancária. Mas o estilo não se refere exclusivamente à roupa ou penteados, é uma preocupação que se deve estender também à apresentação das ideias. Recorrer a projeções em PowerPoint ou qualquer outro sistema informático e entregar dossiês personalizados a cada um dos intervenientes são pormenores que ajudam a conquistar pontos.

A linguagem empregue ao longo da negociação deve também ser adequada às circunstâncias. O negociador deve dominar todos os termos técnicos referentes ao assunto que se encontra sobre a mesa, mostrar clareza na apresentação dos argumentos e organização na exposição das ideias. Será escusado dizer que em momento algum o negociador deve perder a calma ou recorrer a palavras menos corretas..

Passo 4 - Escolher o método de negociação


Uma negociação decorre a dois níveis, o do conteúdo e o das regras utilizadas para negociar esse conteúdo. Cabe ao negociador escolher a estratégia mais adequada. Existem três: negociação branda, agressiva ou com princípios.
Negociação branda
Negociação agressiva
Negociação com princípios
Participantes são amigos
Participantes são adversários
Participantes são solucionadores de problemas
Objetivo é o acordo
Objetivo é a vitória
Objetivo é um resultado sábio alcançado eficiente e amigavelmente
Fazer concessões para cultivar a relação
Pedir concessões como condição de relacionamento
Separar a pessoa do problema
Ser brando com as pessoas e os problemas
Ser agressivo com as pessoas e os problemas
Ser brando com as pessoas e agressivo com os problemas
Confiar nos outros
Desconfiar dos outros
Agir de forma independente em relação à vontade
Mudar de posição facilmente
Aprofundar a própria posição
Focalizar-se nos interesses, não nas posições
Fazer ofertas
Fazer ameaças
Explorar interesses
Revelar o objetivo final
Evasivo quanto ao objetivo final
Evitar ter um objetivo final
Aceitar a perda de um lado para alcançar o acordo
Exigir a vitória de um lado como preço do acordo
Inventar opções para ganho mútuo
Procurar a resposta única: a que eles vão aceitar
Procurar a resposta única: a que eu vou aceitar
Desenvolver opções múltiplas para poder escolher, decidir mais tarde
Insistir no acordo
Insistir na própria posição
Insistir em usar critérios objetivos
Tentar evitar um conflito de vontades
Tentar ganhar um conflito de vontades
Tentar obter um resultado com base em padrões independentes da vontade
Ceder à pressão
Fazer pressão
Racional, ceder aos princípios, não há pressão

Qualquer método de negociação pode ser avaliado tendo em conta três critérios:
*      Produzir um acordo sensato, caso o acordo seja possível;
*      Ser eficiente;
*      Melhorar, ou pelo menos não prejudicar, a relação entre as duas partes.

Passo 5 - Relembrar as regras da argumentação verbal


Para tomar as rédeas de uma conversa é necessário fazer perguntas diferenciadas e estruturá-las de forma a conduzir o diálogo para os objetivos a alcançar. Uma das estratégias é utilizar uma pergunta matriz através da qual é possível dirigir uma negociação, tendo em atenção os gestos e movimentos do interlocutor.

Assim, para construir uma argumentação verbal é necessário:
*      Ter capacidade para fazer perguntas adequadas;
*      Dominar as técnicas para "evitar o não";
*      Definir estratégias mais eficazes para enfrentar situações em que o interlocutor decide recusar;
*      Orientar o diálogo para uma meta concreta;
*      Erradicar o hábito de se exprimir por afirmações.
Passo 6 - Aplicar as técnicas de negociação



  • O negociador deve melhorar o entendimento das situações de negociação, salientando o papel dos negociadores, criar aptidões para a negociação mediante a aprendizagem/reciclagem de conceitos das várias fases da negociação, deve estruturar a argumentação e ter a capacidade para propor soluções de modo a celebrar um acordo eficaz para as partes envolvidas. Para o fazer tem diferentes estratégias ao seu dispor.
  •         Estratégia do "Quando": Envolve um sentido próprio de ritmo. É mais fácil de usar numa negociação quando um elemento novo entra na jogada, do que quando todos os elementos são estáticos. Mas, quando bem aplicada esta estratégia pode transformar uma situação estática numa dinâmica. Esta estratégia pode ser dividida em vários tipos:
  • *   Indulgência: quando o negociador se afasta, adia uma resposta, não responde a uma pergunta, reúne-se em segredo ou pede tempo para pensar está a usar a estratégia da indulgência. Pode ser resumida na frase: "manter a cabeça fria".
  • *   Surpresa: envolve uma alteração súbita no método, na argumentação ou na abordagem. Normalmente a alteração é drástica, mas nem sempre precisa de sê-lo.
  • *   "Fait acople": ("Agora já não há nada a fazer") Esta é uma estratégia arriscada, mas há muita tentação para utilizá-la. Neste caso o negociador alcança o seu objetivo contra a oposição e depois espera para ver o que o outro lado fará.
  • *   Retirada discreta: ("Quem, eu?").
  • *   Retirada aparente: esta estratégia é constituída por uma mistura de indulgência, autodisciplina e uma pequena decepção. O objetivo é convencer o outro de que se retirou, mas, sem ele saber disso, o negociador ainda continua a controlar a situação.
  • *   Inversão: o negociador atua em oposição ao que pode ser considerado o objetivo ou a orientação popular.
  • *   Limites: os limites podem ser de muitos tipos como de comunicação, fixados pelos membros da equipa de negociação, de tempo, geográficos. Quando uma parte define um limite não é obrigatório que a outra fique restringida por ele a não ser que sirva os seus propósitos.
  • *   Dissimulação: envolve um movimento aparente numa direção para desviar a atenção do objetivo real. Também pode envolver uma situação em que o negociador dá à outra parte uma falsa impressão de que tem mais informações ou conhecimentos do que realmente possui. Esta estratégia tem sido usada com êxito em julgamentos de crimes.
  • *      Estratégia "Como e Onde": Envolve o método de aplicação e a área de aplicação. Muitas vezes é vantajoso usar duas ou mais análises estratégicas na mesma negociação. A este nível existem outras estratégias:
  • *   Participação: o negociador procura captar a ajuda das outras partes a seu favor, quer atuem direta ou indiretamente. Perante um impasse à mesa das negociações é muitas vezes útil sugerir que ambos os lados designem dois membros da equipa para participarem separadamente na tentativa de resolver o diferindo e depois regressarem à negociação.
  • *   Associação: esta estratégia é muito utilizada no domínio da publicidade, onde se associa um produto a uma determinada pessoa famosa, por exemplo.
  • *   Dissociação: esta estratégia é o inverso da anterior, ou seja, um produto ou uma causa são desacreditados pela exibição dos aspectos desagradáveis que lhe estão associados.
  • *   Encruzilhadas: o negociador pode introduzir vários temas na discussão, o que lhe permite fazer concessões por um lado e ganhar por outro.
  • *   Encobrimento: esta estratégia tenta cobrir uma área tão vasta quanto possível para alcançar uma abertura num ou mais lugares. Na ordem inversa, para impedir uma abertura por parte do opositor, o negociador pode cobrir um largo segmento com mais força e mais pressão do que seria necessário. Outro dos aspectos desta estratégia acontece quando o negociador tenta evitar que a outra parte saiba onde residem as suas fraquezas, inundando-a de informações, numa tentativa de ocultar a área em que considera situar-se o seu ponto fraco.
  • *   Jogar com o acaso: o negociador pode usar a lei do acaso para derrotar a "vantagem do blefe".
  • *   Amostra ao acaso: consiste em pegar num exemplo e presumir que o exemplo escolhido representará o todo.
  • *   Salames: ("Uma fatia de cada vez") implica apanhar algo a pouco e pouco, de forma a ficar  eventualmente na posse de tudo. O negociador deve ter a habilidade de nunca fazer parecer que está a tirar alguma coisa à outra parte.
  • *   Agência: a técnica de dar ao agente da negociação apenas autoridade limitada ou de ligá-lo a instruções específicas além das quais não pode assumir compromissos provou ser vantajosa. A outra parte compreendendo que o agente se acha preso às instruções restringe mais as suas exigências.
  • *   Níveis de expediente: o negociador altera o seu envolvimento no problema para um nível mais alto ou mais baixo. Também pode consistir em dividir o problema em diferentes partes, redefinindo a situação ou reapreciando-a.*
  • *   Outras estratégias: optar por dar ao agente da negociação autoridade limitada, dar ajuda, ou tentar captar a ajuda da outra parte, nomeadamente através da escolha de dois membros de cada equipa negocial para se reunirem separadamente, para tentarem resolver o diferindo e depois regressar à mesa das negociações.
  • Estas estratégias são sugestões do que fazer ou não fazer. Um bom negociador deve saber o "que, como, quando" e selecionar as estratégias baseadas na totalidade dos resultados desejados.


                                                Quando sentir que a negociação está quase terminada e que poderá haver acordo, deve ser dada à outra parte algo que para ela tem valor, mas que seja coerente com a base lógica da proposta apresentada. Deve ficar bem claro que se trata de um gesto final, para não criar expectativas de eventuais concessões adicionais. Uma oferta deste tipo pode ajudar a dissipar dúvidas ainda existentes e a desbloquear o acordo.

                                                Desta forma a outra parte abandona a negociação satisfeita e com a sensação de ter sido tratada com justiça. Sentimentos como este podem representar mais uma valiosa estratégia  no momento da aplicação do acordo assim como em futuras negociações.

                                                Pense Nisto!! Boas Negociações.

                                                Bibliografia
                                                *      Fischer, Roger e Ury, William; Getting Toyes Negotiating Agreement Without Giving In; 2ª Edição; Penguin
                                                *      Parra da Silva, Mário e Infante, Margarida e Vaz Ribeiro, Anabela; Negociação Técnicas & Ferramentas; 1ª Edição; Lidel
                                                *      Nierenberg, Gerald I.; O Negociador Completo; 1ª Edição; Livros do Brasil
                                                *      Birkenbihl, Vera F.; Técnicas de Diálogo e Persuasão; 1ª Edição; Pergaminho

                                                A Gente ou Agente!!??


                                                A Gente ou Agente

                                                Você Decide !!!!

                                                 Quem perambula por esse mundo de pessoas trabalhando em empresas passa a conhecer cada faceta desta relação de uma maneira meio telepática. Basta olhar para as pessoas dentro da empresa para saber como elas estão. Olhos baixos e catatônicos têm a cara da incompetência da empresa ou do chefe em conseguir contratar e motivar gente competente,  isto reflete no seu mercado. Eu bem que já  andei por toda a minha vida de empregado profissional à cata de uma empresa que preenchesse meu sonho de espaço para trabalhar e me realizar, é claro ainda procuro, mas opção foi abrir a minha própria empresa, para de outra forma dizer a estes chefes e empresas o que pode ser mudado para atrair mais resultados..


                                                  Na coluna anterior  falei  que a qualidade começa em mim em você em nós e para isto  o que conta realmente são as pessoas da empresa. Quem constrói tudo o que está nela são as pessoas. Ë aí é que nasce a verdadeira divisão. Em qualquer empresa há duas categorias de pessoas trabalhando: a gente e  agentes. É assim que elas são. Cabe à empresa decidir qual o percentual de a gente e agentes ela quer ter.

                                                A gente - A gente é aquela galera que convive com o que a empresa é. Navega nas ondas da cultura da empresa sem nem se mexer para não ser vista.

                                                 A situação é parecida com aqueles filmes de dinossauro. Dizem, os estudos dos biólogos,  naturalistas  que o dinossauro não enxerga ninguém. Só sente o calor. Quando alguém não se mexe, não ganha novos desafios. Só salários. Estes são os Empregados. É o que a gente que trabalha na empresa quer. Salários, Emprego. E, de repente o status de trabalhar em empresas que têm marcas conhecidas. Esse pessoal fala muito mal da empresa. Não para quem poderia melhorá-la. Talvez para os colegas da classe dos a gente. Quando alguém é promovido e ele não, Reclama. Mas nem sabe bem porque. Só para reclamar. O Dilbert, esse personagem que anda por aí é o retrato disso. Não se iluda, em qualquer empresa há gente assim. Quanto maior e mais estruturada mais fácil é que alguém se abrigue. Como vírus do herpes, da gripe, fica latente. E se manifesta quando e empresa entra em crise. Aí fica claro que as tais pessoas nada podem fazer para ajudar. Aliás, foram elas que atrapalharam.

                                                Agente - Parte do que o Aurélio define como agente é: causa, razão, motivo, motor, propulsor, impulsor.

                                                     O agente é isso. Ele faz a empresa andar. Ele vive agitando. Ele fala até mal da empresa. Mas para pessoas que podem mudar a empresa. Quase sempre ele fala mal da empresa, mas já vem com a solução daquilo que ele acha que está errado. Quase sempre ele tem uma palavra de elogio a quem faz coisas boas. Quase sempre ele está movimentando seus colegas para ações de melhoria na empresa. Projeto para ele é meio de vida. Ele sempre inicia um novo projeto. Quem o segue? Claro, os agentes, eles fazem a diferença. A gente fica parada. Finge que não ouve. O agente são os empregáveis.  Sentiram a diferença? Agora é só fazer o inventário. Quem na sua empresa é a gente ou agente? Se a soma dos agentes supera os a gente em muito, o sucesso está garantido. Caso contrário pense rápido! O fim está próximo.
                                                 

                                                 - Conte Conosco !

                                                Paulo Roberto Kroich Gomes
                                                Vocare Consultoria, Treinamento, Marketing , Vendas
                                                site - www.vocare.com.br
                                                email - vocare@vocare.com.br
                                                ms - paulorobertovocare@hotmail.com
                                                fone 47 99633140




                                                Aprenda a fazer reuniões

                                                                      
                                                                         Reuniões são inevitáveis, seja no ambiente corporativo, acadêmico ou mesmo no doméstico. O grupo de estudos precisa definir como realizará o projeto de pesquisas, o departamento de pesquisa vai definir como aplicar seu orçamento para os próximos 6 meses, e o condomínio quer saber se é mais prioritário impermeabilizar o teto das garagens ou instalar câmeras nos acessos do prédio. Qual a solução tradicional? Reunir os interessados, ouvir a todos e tomar decisões sobre o que fazer.

                                                                        Mas uma reunião mal planejada ou conduzida perde muito de sua eficácia. Abaixo alguns  passos para garantir uma reunião que produz resultados são simples e óbvios, mas muitas vezes acabam ficando de lado. Tenha um tema bem definido. Registre-o, juntamente com os tópicos, em uma pauta - mesmo que simples e resumida. Divulgue-a com antecedência aos que deverão estar presentes e aos demais interessados.

                                                • Marque com antecedência. Ao divulgar, informe todos os participantes sobre o tema e pauta da reunião, e sobre quem mais estará presente, para que possam chegar preparados com dados e idéias. A antecedência necessária depende do tema e contexto: às vezes, 30 minutos de antecedência podem ser suficientes, e em outras vezes 48h pode ser pouco.
                                                • Defina horário e duração. E não exceda a duração definida, a não ser que seja de comum acordo.
                                                • Não chame “todo mundo”. Uma reunião só com as pessoas envolvidas diretamente tem mais chances de ser produtiva e chame também as pessoas que são capazes de resolver os problemas.
                                                • Defina um secretário. Um dos participantes da reunião deve ficar encarregado de acompanhar os pontos da pauta, para certificar-se de que serão todos discutidos, tomar notas sobre as decisões relacionadas e gerar uma ata sumarizando-as - imediatamente após a reunião .
                                                • Tenha uma política clara quanto a atender telefonemas durante a reunião. Nem sempre é possível evitar todas as chamadas.
                                                • “Pule” as discussões operacionais. Assim que for decidido “o que” fazer, a tendência é que as pessoas ou áreas diretamente envolvidas queiram discutir imediatamente “como” fazer - mas isto tende a não afetar imediatamente a todos os presentes. Faça com que marquem imediatamente uma reunião entre eles diretamente, e prossiga com sua pauta original.
                                                • Não permita que o debate seja monopolizado ou polarizado. Garanta o livre fluxo de manifestações e opiniões: se necessário, interfira para garantir voz e vez a todos.
                                                • Gere decisões efetivas. A reunião não deve definir apenas “o que” fazer, mas também qual o próximo passo,  e quem será o responsável pela ação.
                                                • Permita a discussão de itens que não estavam na pauta original. Mas apenas no final da reunião, após encerrar todos os temas originalmente agendados.
                                                          A pauta não precisa ser um documento formal, mas para ser útil deve conter no mínimo os seguintes itens:
                                                • Tema da reunião
                                                • Motivo da sua realização
                                                • Data, horário, duração prevista e local
                                                • Quem a conduzirá (se for o caso) e quem estará presente
                                                • tópicos agendados
                                                          Da mesma forma, uma boa ata ou minuta simplificada deve registrar de forma clara e direta as decisões da reunião. Ela deve incluir:
                                                • Tema da reunião
                                                • Motivo da sua realização
                                                • Data, horário, duração e local em que se realizou
                                                • Quem a conduziu (se for o caso) e quem esteve presente
                                                • Tópicos discutidos e decisões tomadas
                                                • Para cada decisão registrada, idealmente deve constar qual será a próxima ação e quem entre os presentes é o responsável
                                                      Não esqueça: se você tem dicas adicionais, compartilhe-as conosco nos comentários!

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                                                Conte Conosco

                                                Paulo Roberto kroich Gomes
                                                Vocare Consultoria Treinamento Marketing Vendas.
                                                www.vocare.com.br
                                                fone 047 99633140
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                                                Você sabe o que o cliente espera da sua empresa?

                                                Você sabe o que o cliente  espera da sua empresa?

                                                Caro leitor  peço que  leia e reflita sobre o exercício proposto abaixo, pensando, efetivamente, em seus clientes (ou possíveis clientes, para quem está começando).   Assinale os principais atributos para os seus clientes. No máximo os  7 itens que julgar serem  os  principais.
                                                Este  exercício serve como aquecimento para as atividades do seu dia a dia e repensar o que o cliente busca quando compra um produto ou serviço da sua empresa aproveite  tire uma copia e  faça uma pesquisa com todos na sua empresa.


                                                • Rapidez                             • Desempenho                         •Tecnologia
                                                • Agilidade                           • Status                                     • Serviços
                                                • Praticidade                        • Tranqüilidade                         • Atendimento
                                                • Resistência                        • Conforto                                 • Personalização
                                                • Espaço                               • Solução                                  • Acabamento
                                                • Novas opções                    • Competitividade                     • Prazer
                                                • Despreocupação                • Regularidade                         • Pontualidade
                                                • Economia                           • Segurança                              • Tradição
                                                • Durabilidade                       • Acolhimento                            • Outros (descreva)



                                                Pense  , Reflita  : -

                                                1. É fácil responder esse exercício?
                                                2. Já tinham parado para pensar nas expectativas dos clientes antes?
                                                3. Isso que você respondeu é, de fato, o que os clientes esperam ou o que vocês acham que eles  esperam?
                                                4. Ouve divergência nas repostas nas questões de cada uma das pessoas da equipe.
                                                5. Como vocês sabem se é mesmo isso ou não?
                                                6. Pergunte diretamente para ele peça para que anotem até 5 palavras que mais descrevem o seu negócio, acrescente outras palavras que tenha algo haver com o seu negócio.
                                                7. Analise as repostas,  verifique se esta de acordo com a sua visão e missão do seu negócio,  faças as mudanças necessárias.

                                                Pergunte, reflita, analise,  de qualquer forma que bom que você  (ou alguém  de sua empresa ) faz pergunta  e ouvem os clientes. Sorte, também, vocês terem clientes que dizem o que querem. Mas nem todos são assim. Há muitos clientes que não dizem  o que querem. Mas esperam que você saiba. Assim como há também colaboradores que não sabem bem o que os clientes querem de suas empresas, então esta reflexão serve para que você faça um alinhamento das expectativas dos clientes em relação a sua empresa..


                                                Loucura? Não! O cliente tem razão. Desde que ele seja seu prospect em potencial cliente  tenha haver com o seu negócio, para isso você precisa conhecer o seu mercado. Todos deve ser bem tratados, porém o cliente em potencial é o nosso rei você já deve ter ouvido isso, mas o problema que tem muita gente, empresa,  que faz dele o bobo da Corte.  Se você monta uma empresa num ramo qualquer, o cliente supõe que você conheça bem o que ele quer. E se você não sabe, precisa perguntar. ‘’È isso faça perguntas descubra  e o que o  seu cliente quer, e aja quando souber a reposta isto é pro-atividade para fazer a diferença no mercado., 
                                                .

                                                Significado da Páscoa...

                                                O Significado da Páscoa
                                                Há dois mil anos atrás, um homem veio ao mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e verdade que a humanidade conheceria, tornou-se o mestre dos mestres.
                                                Sua proposta de vida não foi atendida e entendida por muitos, muitas vezes os aprendizes não estão prontos para aprender condenaram este homem e crucificaram-no ignorando todos os seus propósitos de um mundo melhor.

                                                Houve dor, angústia e escuridão.
                                                O sol se recusou a brilhar, a lua se negou a iluminar a Terra, até que no terceiro dia a vida acontece, reacontece, ressurgi, renova-se.A Páscoa, não é somente um fenômeno comercial, existe para nos lembrar daquele momento inigualável chamado ressurreição.
                                                Ressurreição do sorriso, da alegria de viver, do amor.
                                                Ressurreição da amizade, da vontade de ser feliz.
                                                Ressurreição dos sonhos, das lembranças.
                                                Ressurreição do impossível no possível
                                                Ressurreição da esperança.
                                                Ressurreição eterna do alimento do homem.

                                                E de uma verdade que está acima dos ovos de chocolates ou até dos coelhinhos da páscoa e do sentido comercial ou de qualquer outro sonho neste sentido, mas dá fé para que as pessoas tocadas e sensibilizadas possam ressurgir para um novo tempo.
                                                Cristo morreu, mas ressuscitou...

                                                E fez isso somente para nos ensinar a matar os nossos piores defeitos e ressuscitar as maiores virtudes sepultadas no íntimo de nossos corações, reavivadas por alguns e enterradas por muitos.
                                                Que o sentido verdadeiro da minha, da sua, da nossa Páscoa, no mundo pessoal profissional, independente das questões financeiras e dos resultados frenéticos que buscamos incessantemente que possamos encontrar amor, carinho, paz, fraternidade, companheirismo, na família, na comunidade na Empresas com os nossos pares e impares porque isso sim é o verdadeiro sentido da Páscoa e da renovação a que todos nos estamos e devemos estar sujeitos para nossa evolução e para a evolução da humanidade, Pense nisto recomeçar por aqui já é um grande passo abaixo alguns ingredientes para esta Páscoa,
                                                Alguns ingrediente pra uma boa Receita de Ovos de Páscoa

                                                Ingredientes:
                                                • Perdão
                                                • Alegria
                                                • Paciência
                                                • Fé
                                                • Perseverança
                                                • Vontade de Ser Feliz
                                                • Paz
                                                ..... ( acrescente o seu toque especial )

                                                Modo de fazer:

                                                Misture no recipiente bem lavado da sua alma, chocolate, mais perdão e alegria. Deixe calmamente em banho-maria até que todas as mágoas e rancores sejam depurados.
                                                Espere esfriar um pouco, salpicando perseverança e paciência e despeje nos dois lados do coração.
                                                Prepare o seu bombom predileto com recheios de paz e vontade de ser feliz. Reze/ore/medite nessa hora. Desinforme as duas partes moldadas no coração, coloque dentro os bombons, embrulhe com um papel transparente de amizade, verdejante e luzente de esperança.

                                                Amarre com fitas prateadas de carinho e mande muitos, muitos, pra quem não te entende também... é tempo de redenção.

                                                FELIZ PÁSCOA!!!

                                                Mensagem da www.vocare.com.br encaminhada via web e.mail em 2009 readaptação 2011, 2014, 2016 .
                                                Vocare Consultoria Treinamento e Marketing - Desenvolvimento Empresarial desde de 11.11.2001 leva semanalmente, a amigos e clientes mensagens motivacionais na linha de Comportamento, Marketing e Vendas, o seu e-mail está cadastrado em nosso mailing. Caso não deseje mais receber os textos queira por gentileza, retornar este com assunto "remove" para que possamos descadastrar, se por outro lado quiseres indicar nossas mensagens á outras Pessoas e Empresas, A organização Vocare, agradece, - Obrigaduu !
                                                P.S Fazemos seminários e palestras treinamentos em Vendas, Qualidade no Atendimento, Marketing...,
                                                para grupos abertos ou fechados, na sua empresa ou na sua cidade.
                                                Entre em contato conosco! fone 047 99633140 - vocare@vocare.com.br - www.vocare.com.br – Estamos no Skype – Instagran- Facebook
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                                                Paulo Roberto Kroich Gomes
                                                Vocare Consultoria, Treinamento, Marketing , Vendas
                                                site - www.vocare.com.br
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                                                fone 47 99633140
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                                                Coaching Centrado em Valores



                                                Coaching Centrado em Valores

                                                           
                                                          A palavra “Coach” tem origens no inglês medieval, e tanto pode significar carruagem ou trem, quanto treinador, instrutor e preceptor. Traz associados os significados de levar, transportar ou conduzir. O Coaching, portanto, é o processo de aprendizado conduzido pelo Coach que tem o propósito de facilitar e apoiar as pessoas em sua trajetória para a conquista de seus objetivos e metas.
                                                              O processo de Coaching Centrado em Valores, com abordagem Integral, permite que uma pessoa (o Explorador), apoiada por outra (o Coach), seja conduzida por um conjunto de experiências de desenvolvimento e transformação pessoal que inclui o estabelecimento do estado atual do explorador; seus próprios valores e critérios; o questionamento dos obstáculos que impedem que seja atingido um determinado estado desejado; a discussão de temas específicos; a exploração de alternativas; e o cumprimento de tarefas, com o propósito de se estabelecer e alcançar objetivos estimulantes e metas desafiadoras.

                                                Benefícios:
                                                · Auto-conhecimento e auto-confiança;
                                                · Identificação de Valores e Critérios pessoais;
                                                · Conquista de Objetivos e Metas;
                                                · Desenvolvimento de criatividade e espontaneidade;
                                                · Superação de obstáculos;
                                                · Desenvolvimento de novas competências;
                                                · Solução de conflitos de prioridades; e
                                                · Evolução e transformação pessoal.

                                                Compromisso do Explorador:

                                                              Vivenciar o processo de Coaching Centrado em Valores conduzido pelo Coach, por um período previamente estabelecido, visando tornar-se uma pessoa mais parecida com aquela que gostaria de ser e alcançar seus objetivos pessoais e profissionais.

                                                Compromissos do Coach:



                                                   Conduzir o processo de Coaching Centrado em Valores, de acordo com uma abordagem Integral, por um período previamente estabelecido com o Explorador, tendo especial atenção em:
                                                · Manter o sigilo das informações trocadas durante o processo;
                                                · Estimular o Explorador a identificar os seus próprios valores e critérios;
                                                · Encorajá-lo a estabelecer metas desafiadoras, atraentes e irresistíveis;
                                                · Levá-lo a refletir sobre as situações relacionadas à promoção do seu aprendizado;
                                                · Apoiá-lo no estabelecimento de prioridades e assunção de responsabilidades com relação ao seu próprio desenvolvimento; e
                                                · Oferecer feedback específico, honesto e construtivo.

                                                A Ênfase nos Valores:

                                                          Os Valores são as coisas a que atribuímos importância, em cada uma das áreas de nossas vidas e estão fundamentados em Crenças. Eles são assimilados, assim como as Crenças, a partir de nossa própria experiência, e da modelagem e do exemplo dos membros de nossa família, dos amigos e de integrantes da sociedade em que vivemos. Os Valores estão intimamente ligados ao nosso Senso de Identidade.

                                                         Quando associados a Princípios, podem ser entendidos como determinados padrões de natureza ética, estética e espiritual (integridade, honestidade, respeito, etc...). Podem ser, também, associados a determinados estados emocionais (amor, felicidade, coragem, fé, etc...). E podem ser, ainda, associados a determinadas características de pessoas ou objetos (beleza, sinceridade, pontualidade, qualidade, etc...).
                                                         Alguns são de natureza permanente e comuns a todas ou à maioria das áreas da vida e podem ser chamados de Valores Centrais, enquanto outros são transitórios e mais dependentes do contexto e podem ser chamados simplesmente de Critérios. O que é importante para nós na área familiar, pode ser diferente em uma outra área da vida como, por exemplo, no ambiente profissional.
                                                          Agimos de maneira congruente quando atuamos de acordo com nossos Valores e Critérios que, por sua vez, definem os tipos de Objetivos e Metas que consideramos válidos. Mais do que uma simples declaração de Crenças e Princípios, os Valores se revelam pelas atitudes e comportamentos que a pessoa adota diante dos desafios que enfrenta ao longo de sua existência. Os Valores e Critérios são fontes da nossa motivação e das forças propulsoras por trás de tudo o que fazemos.

                                                Exemplos de Valores Pessoais
                                                ·          Integridade
                                                ·          Paz de Espírito
                                                ·          Honestidade
                                                ·          Conexão
                                                ·          Amor
                                                ·          Contribuição
                                                ·          Coragem
                                                ·          Gratidão
                                                ·          Fé
                                                ·          Segurança
                                                ·          Auto-estima
                                                ·          Desafio
                                                ·          Disciplina
                                                ·          Aventura
                                                ·          Saúde
                                                ·          Liberdade

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                                                http://www.sbcoaching.com.br/ocoach/paulo-kroich

                                                047 99633140 / vocare@vocare.com.br

                                                Margem bruta e Mark-up: entenda a diferença entre os dois

                                                Margem bruta e Mark-up: entenda a diferença entre os dois

                                                Em minhas consultorias,  muitos empresários, apesar de saberem que  atuo mais na area de Marketing, Vendas e Coaching, sempre me  questionam  em como trabalhar com o mark-up e porque trabalhar com o Margem bruta…  se voce tem este tipo de duvida, vem comigo vou procurar explicar de uma forma simples…

                                                Utilizar somente o método do mark-up, apesar da sua simplicidade,
                                                pode acarretar em prejuízos

                                                A principal diferença entre esse dois métodos de cálculo reside no fato de que:
                                                – o markup é multiplicado pelo custo, e
                                                – a margem bruta é uma parcela do preço.


                                                Quem não percebe isso geralmente pergunta “por que a margem bruta não pode ser maior que 100% ?”. Para quem observa os dois métodos a resposta é óbvia. Observe os exemplos abaixo  e as fórmulas a seguir e tire suas próprias conclusões.

                                                Quando se precifica um produto ou serviço no varejo, deve-se atentar para duas formas de se fazer a precificação: margem bruta ou o mark-up. Mas qual é a melhor? E o que significa cada uma delas?

                                                É importante ter os dois conceitos claros para não se incorrer em erros que podem levar a uma queda na lucratividade geral da loja ou até em prejuízos.

                                                Mark-up

                                                Mark-up é o percentual que é colocado sobre o custo da mercadoria para se chegar ao preço de venda. No exemplo abaixo, temos:

                                                Preço de custo da mercadoria (sem IPI): R$ 4,00

                                                IPI (10%): R$ 0,40

                                                Percentual de mark-up desejado: 30%

                                                Preço de venda: (4,00 + 0,40) x (1+30%) = R$ 5,72



                                                Margem Bruta

                                                Margem bruta ou margem de contribuição, por sua vez, é o lucro efetivo que se tem com a venda de um produto a partir de um determinado preço de venda. No exemplo abaixo, temos:

                                                Preço de custo da mercadoria (sem IPI): R$ 4,00
                                                IPI (10%): R$ 0,40

                                                ICMS de entrada (18%): R$ 0,72

                                                PIS e COFINS (1,65% + 7,6% = 9,25%): R$ 0,37

                                                Preço de custo líquido da mercadoria: 4,00 + 0,40 – 0,72 – 0,37 = R$ 3,31

                                                Para o mesmo preço de venda, de R$ 5,72, temos:

                                                Preço de venda bruto da mercadoria: R$ 5,72

                                                ICMS de saída (18%): R$ 1,03

                                                PIS e COFINS (1,65% + 7,6% = 9,25%): R$ 0,53

                                                Preço de venda líquido da mercadoria: 5,72 – 1,03 – 0,53 = R$ 4,16

                                                Portanto, a margem bruta que o varejista terá será a seguinte:

                                                Margem bruta = (preço de venda líquido - custo líquido) / preço de venda líquido
                                                Margem bruta = (4,16 – 3,31) / 4,16 = 20,43%



                                                Margem Bruta x Mark-up x Despesas

                                                No exemplo dado acima, a diferença entre o mark-up e a margem bruta é bastante significativa, enquanto que o primeiro foi de 30%, a segunda ficou ligeiramente superior a 20%.

                                                Mas que tipo de implicação existe se um varejista utilizar apenas o mark-up? Apesar de se tratar de um método extremamente simples e fácil de ser aplicado, apenas se multiplicando o valor do custo pelo percentual desejado, seu uso pode acarretar em sérios problemas. Em primeiro lugar, pode-se pensar que a margem efetiva do produto é igual ao mark-up, o que não é verdade, como vimos anteriormente.

                                                Este engano pode levar a prejuízos porque a loja, por exemplo, poderia ter uma despesa operacional de 22% e, caso o varejista se baseasse somente no mark-up, poderia ter a falsa impressão que os 30% colocados inicialmente teriam sido suficientes. Desta forma, somente a margem bruta é capaz de contabilizar o lucro real antes das despesas.

                                                Concorrência

                                                Outro ponto a ser considerado são as ações em preço feitas pelos concorrentes. Se o varejista utilizasse somente o mark-up como estratégia de precificação, ele não teria uma noção real do impacto das variações no preço de venda. No nosso mesmo exemplo, digamos que um concorrente próximo fizesse uma rebaixa de preço para o produto em questão para R$ 5,49. Neste caso, o varejista poderia ser levado a também rebaixar seus preços para acompanhá-lo, o que geraria um mark-up de 24,77% e uma margem bruta de 17,13%. Porém, com uma despesa operacional de 22%, sua lucratividade final seria negativa em 4,87%.

                                                Principalmente no setor supermercadista, no qual a concorrência é acirrada, não são raras as vezes em que são feitas promoções com rebaixas de preço, o que pode ser uma armadilha para aqueles que se baseiam apenas no mark-up.

                                                Pense Nisto, agora que você já sabe não caia no erro comum,  refaça seus custos, consulte um especialista para te dar um apoio.

                                                Observação:  È claro que devemos fazer estas contas inserindo os chamados custos variaveis, aqueles que temos quando vendemos um produto ou  serviço que são;  frete, comissão do vendedor, entre outras despesas que ocorreram por conta da venda de um produto/serviço. … mas isso fica para uma próxima…