quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Empatia no Trabalho..

Empatia no Trabalho
O segredo biológico da empatia profissional   

Primeiro  o conceito  básico do que é Empatia, ótimo, colocar-se no lugar do outro, isso é básico e muita gente diz, mas você precisa mais do que isso para ter empatia é preciso sentir o que o outro sentem em um dado momento em que as coisas estão acontecendo, interpretar, avaliar, ouvir, sentir e por ai vai.
Você sabia que mensagens originadas no coração controlam a empatia facial?
  • e que elas modificam a receptividade do cliente às palavras?
  • quem deseja melhorar o relacionamento com colegas e clientes
A base científica da empatia
Sucesso profissional é produto de empatia. Conhecimento é importante, mas vem depois.     Desta forma empatia significa menos quantidade ou qualidade de informação e mais harmonia interativa.
Você já observou que o profissional que comunica bem tem mais oportunidade para subir na carreira?    Quando a empatia alcança os olhos do cliente em cujos ouvidos andaram maravilhas sobre você, os resultados são imbatíveis.
Sua empatia profissional está nesse nível?
Empatia é uma ferramenta de quilate. Ter ou não tê-la vai fazer muita diferença para a sua carreira.
A questão é: de onde ela vem?      Como surge e como funciona?
Alguns profissionais são simpáticos; outros são antipáticos. Isso é normal. Empatia profissional, porém, é outra coisa.      Quando aliada ao conhecimento e à competência, a empatia profissional proporciona resultados incríveis, é a diferença entre muitos profissionais
Sabemos que conhecimento e aprimoramento técnico são adquiridos pela qualificação profissional.       Empatia também?
Hum... não. Pelo menos não da mesma forma.
Empatia não é uma qualidade lógica, racional, controlável ou adquirível. Há quem a tenha, e há quem não.   A empatia funciona no modo que os especialistas do cérebro chamam de "automático". Somos capazes de controlar o suor e o batimento do coração? Não. Ninguém sua menos ou acalma o coração simplesmente porque quer.    Por isso, "decidir" trabalhar com empatia é como decidir ter a pupila um pouco menos dilatada ou um pouco de rubor na face ou um tiquinho de brilho na mucosa labial.   Pela vontade própria, esses fenômenos simplesmente não acontecem.
Mas você pode acelerar o coração fazendo exercícios, não é verdade?   E pode acabar reduzindo o batimento do coração em repouso simplesmente melhorando seu condicionamento físico. Esse ajuste é automático, involuntário; porém a decisão é consciente, dirigida ao objetivo    A mesma regra vale para a empatia.
Recentemente, fez-se uma descoberta muito significativa. Trata-se da ligação entre um importante nervo do coração e determinadas zonas cerebrais. Essa descoberta revolucionou o potencial da comunicação humana.  O coração é capaz de acionar a empatia. Isso ocorre porque o coração:  possui uma comunicação direta com o cérebro;
  • é o responsável pelo ajuste inconsciente dos músculos faciais, que assumem uma aparência mais empática enquanto a "mente fala";
  • engendra um atalho por fora da temível "amígdala cerebral", a poderosa estrutura que aciona a ansiedade e transmite insegurança;
  • e permeia as conexões com o hemisfério direito do cérebro, o lado criativo e artístico do profissional.
Portanto, é da unificação do ritmo do coração com a expressão do rosto e a criatividade de idéias que surge a empatia.

Pense como anda seu coração,  como anda a sua vida pessoal,  profissional, como andam suas atitudes, seu amor, enfim como anda sua empatia, todo o seu sucesso depende também deste controle emocional.