Dicas de como Conduzir e se
Conduzir em Reuniões de Negócios.
Responda com sim: sempre, as
vezes e nunca
1.So
convoco reuniões informais quando o assunto e tão importante que justifique
tomar tempo das pessoas.
2.Informo
as pessoas sobre o assunto a ser discutido e quanto tempo provavelmente a
reunião vai demorar
3.Espero
que as reuniões comecem na hora e procuro chegar no horário.
4.Tenho
habito de informar as pessoas sobre o resultado das reuniões informais que
dirijo.
5.Quando
estou encarregado de uma reunião tenho a certeza de que todos se concentrem no
assunto em pauta.
6.Não
desperdiço meu tempo de meus colegas com visitas eventuais a não ser quando sei
que não estão ocupados.
7.Espero
receber todos os relatórios antes das reunioes formais regulares.
8.Leio
todos os relatórios pertinentes antes de ir as reuniões formais regulares.
9.Informo
aos interessados antes da reunião se
discordo da minuta da reunião anterior.
10.Não tento dominar meus contatos e permito que
os outros expressem totalmente seus
pontos de vistas.
11.Respeito as informações confidenciais que
obtive nas reuniões e cumpro as decisões, meso quando discordo delas.
12.Tenho um comportamento bem humorado e
construtivo ajudando a manter a boa vontade de meus colegas.
13.Nos contatos, não perco a paciência nem grito com
os colegas ou recorro ao sarcasmo ou insinuações.
14.Quando organizo um evento apos a negociação
confirmo o compromisso dos meus convidados, por escrito ou não conforme
ocasião.
15.Chego a um reunião de negócios pelo menos dez minutos antes dos meus convidados.
16. Depois
de comparecer a uma refeição de negócios, envio um bilhete pessoal de
agradecimento ao meu anfitrião.
17.Antes de receber convidados para um evento,
verifico as preferências alimentares
18.Evito falar de negócios na companhia de minha
esposa e de meus convidados.
19.Levo um presentinho, chamego, quando sou
convidado a casa de um contato de trabalho.
20.Levo um pequeno chamego, , chocolate, pequenas
ações que não prejudicam a ética, digamos faço um trafego de influencias, para
facilitar as minhas ações
21.Tento convidar pessoas que tenham interesses
em comum e que provavelmente se darão bem juntas, fortalecendo as relações,
22.levo muito a serio minhas responsabilidades
como anfitrião e procuro fazer com que meus convidados recebam tudo o que
precisem.
23.Providencio uma alternativa para o álcool e
não pressiono meus convidados a beber se sei que estão dirigindo.
24.Mantenho-me sóbrio nas festas no trabalho e
procuro me comportar corretamente.
25.Apos as festas, não recordo meus colegas de
suas indiscricoes., excessos,
26.Preocupo-me com a vida pessoal de meus
contatos no trabalho e escrevo-lhe, e-mails ou ligo sempre que ocorrem eventos
notáveis.
27.Procuro a cada momento influenciar, convencer
e persuadir, sutilmente meus contatos, sem a intenção de manipula los.
Como
conviver com pessoas difíceis Todos
nós, mais dia, menos dia, esbarramos em alguém que nos tira do sério. Uma
pessoa realmente difícil. Não falo dos carrancudos usuais que cruzam nossos
caminhos e depois desaparecem, como motoristas mal-humorados, vendedores cricras
ou entregadores grosseiros. Refiro-me aos que nos enlouquecem nos tiram do
sério, pisam em nosso calo, mas que não podemos ignorar, tampouco evitar, como
colegas de trabalho, vizinhos ou parentes. Pode até ser que sejam
personalidades que explodem sua raiva em nós. O psicanalista Eric Berne se
refere ao jogo psicológico que ocorre com essas pessoas como
"gritaria". Quando o discurso racional fracassa - o que geralmente
acontece, pois afinal essa é uma pessoa difícil -, as vozes se elevam e o
conflito se intensifica. Há três possíveis desfechos para o jogo: a) você sai do recinto e
bate a porta; b) a
pessoa difícil sai e bate a porta; c) ambas
saem e batem a porta. De qualquer modo, o jogo da "gritaria" sempre
culmina com uma porta batendo. Em vez de
tentar mudar a outra pessoa, deveríamos ter cuidado para não entrar no jogo
dela. Não interpretar a beligerância como um ataque pessoal e não entrar na
reação de "lutar-ou-fugir" que herdamos da vida animal. Ao praticar
diariamente técnicas de autotransformação, podemos manter o equilíbrio mental
até mesmo nas situações mais conflitantes, sem responder reativamente a
rompantes e chantagens emocionais. Poderemos ouvir calma e atentamente, sem
entrar no ringue para nos defender. Aproveito para contar uma história do
folclore coreano que ilustra bem isso. Uma jovem
mulher, Yun Ok, foi até o célebre monge da montanha. - Ó
respeitável sábio - disse ela. - Estou em dificuldades! Faça-me
uma poção. - Tudo bem -
disse o sábio. - Qual é sua história? - É meu
marido. Nos últimos anos, ele esteve ausente, lutando numa guerra. Agora que
voltou, quase não fala comigo. Se falo, ele parece não ouvir. Quando abre a
boca para falar, é rude e zangado. Se lhe sirvo comida, ele não gosta; empurra
o prato para o lado e sai da mesa raivoso. Preciso de uma poção para que ele
volte a ser amoroso e carinhoso! O sábio
respondeu: - Tenho a
receita. Mas o ingrediente essencial é o bigode de um tigre vivo. - O bigode
de um tigre vivo! - disse a moça. - Como vou conseguir isso? - Se a poção
for realmente importante para você, então você terá êxito - respondeu o monge.
Não devemos tentar mudar a outra pessoa. Nem morder a isca e entrar
no jogo da gritaria
A moça foi
para casa. Naquela noite, enquanto o marido dormia, saiu furtivamente com uma
tigela de arroz e um naco de carne. Chegou a uma prudente distância da caverna
de um tigre, estendeu a comida e o chamou para comer. O tigre não veio. Na
noite seguinte, fez a mesma coisa, desta vez mais perto da caverna. De novo, nada
aconteceu. Todas as noites ela ia à caverna, cada vez se aproximando mais.
Pouco a pouco o tigre acostumou-se com ela. Certa noite, chegou a uma distância
da qual se poderia atirar uma pedra na caverna e parou. A moça e o tigre
fitaram-se sob a luz da lua. Na noite seguinte, ela se aproximou ainda mais, a
ponto de estar tão próxima que poderia falar com o tigre com uma voz muito
suave. Pouco depois, o tigre comeu a comida oferecida.
Na outra
noite, o tigre a esperava. Depois que ele comeu, ela passou a mão sobre sua
cabeça, e ele começou a ronronar. Seis meses haviam se passado desde a noite da
primeira visita. Finalmente, depois de tê-lo acariciado na cabeça, ela disse:
"Ó generoso Tigre, preciso de um de seus bigodes. Por favor, não se zangue
comigo!". E ela cortou um dos bigodes. O tigre não se zangou, e a lambeu.
Ela correu em disparada pela trilha, com o bigode nas mãos. Exultante, chegou à
caverna do eremita: "Ó grande sábio, consegui o bigode do tigre! Agora
você pode fazer a poção mágica!". O sábio examinou o bigode
cuidadosamente, satisfeito porque era mesmo de tigre, e jogou-o na fogueira. - O que você
fez? - gritou a moça. - Depois de todo o esforço que eu fiz para pegar o
bigode! - Conte-me
como você o conseguiu - disse o sábio. - Todas as
noites, eu ia à caverna do tigre com uma tigela de comida, para ganhar sua
confiança. Falava docemente com ele, para fazê-lo compreender que só queria seu
bem. Fui paciente. Cada noite, levava comida sabendo que ele não a comeria. Mas
não desisti. Nunca falei asperamente, nem o censurei. Finalmente, numa noite,
ele andou alguns passos em minha direção. Nas noites seguintes, ele já
estava me esperando na trilha e comia da tigela. Passei a mão em sua cabeça e
ele começou a ronronar. Foi aí que consegui cortar o bigode dele. - Você
domesticou o tigre com sua persistência e seu amor - disse o sábio. - Mas você
jogou o bigode do tigre no fogo! Foi tudo a troco de nada! - lamentou-se ela. - Não, não
foi tudo a troco de nada. Você não precisa mais do bigode. Será que seu marido
é mais feroz que um tigre? Será que ele é menos sensível ao carinho e à
compreensão? Se você é capaz de ganhar a confiança de um animal selvagem e
sedento de sangue com suavidade e paciência, certamente poderá fazer o mesmo
com seu marido!
Yun
Ok permaneceu emudecida por alguns momentos. Então voltou pela trilha,
refletindo sobre a grande verdade que havia aprendido do sábio da montanha. O
segredo para lidar com pessoas difíceis é não morder a isca da negatividade
delas e deixar que elas mordam sua isca de um coração empático e cheio de amor.
E
você o que tem Feito com as pessoas difíceis que estão o seu redor.
O lançamento de um produto/servico no mercado está dividido em 3 fases. Cada uma
das fases deve ser meticulosamente estudada, analisada e completada com muito
critério, pois elas se interligam. Se uma delas não for criteriosamente
executada, o lançamento do produto no mercado estará seriamente comprometido.
De forma bem
simples, seguem abaixo os itens, perguntas que devem ser respondidas e que devem ser executados:
Fase 1 - Idealização
1.1- Pensar estrategicamente qual o mercado que deverá ser atingido e de
que forma.
1.2- Pensar quais benefícios o produto/servico estará proporcionando aos
consumidores.
1.3- Qual a principal promessa do produto/serviço?
1.4- Como comunicá-la?
1.5- Quais resultados esperados a curto, médio e longo prazos?
Fase 2 - Desenvolvimento
2.1- Elaborar um Plano de Marketing com todos os detalhes possíveis,
abordando o esquema de vendas e prevendo o nível de aceitação do produto/servico no
mercado.
2.2- Tempo ideal.
2.3- Qual o ciclo de vida do produto/serviço neste mercado, ?
Fase 3 - Lançamento
3.1- Treinar a equipe de vendas.
3.2- Vender para a equipe de vendas.
3.3- Vender para o intermediário (varejo/atacado).
3.4- Vender para o consumidor final.
3.5- Fazer com que todos comprem e recomprem sempre o produto/serviço.
Durante a fase de DESENVOLVIMENTO do produto e da forma de prestar o serviço, o Plano de Marketing deve responder
as questões abaixo:
Distribuição
a) Que tipo de canais de distribuição devemos usar? Como vamos prestar o serviço?
b) Qual o número de canais de cada tipo que devemos usar (por segmento
de mercado)?
c) Quanto devemos investir em desenvolvimento e controle dos canais de
distribuição, no caso de produto?
d) Como será feita a distribuição física dos produtos (transporte,
estocagem, armazéns - número, localização e tamanho), onde será prestado o serviço, in company, em domicilio, em local próprio?
Promoção de Vendas
a) Quanto deve ser investido em promoção?
b) Qual deve ser a estratégia promocional básica?
c) Que tipo de assistência de propaganda e promoção de vendas deve ser
dado aos distribuidores?
d) Quais serão as mensagens, temática, argumentação?
e) Como a promoção deve ser programada em função do tempo?
f) Que incentivos e instrumentos adicionais vamos utilizar para o
lançamento?
Propaganda
a) Quanto deve ser investido em propaganda?
b) Que veículos (mídia) devem ser usados?
c) Em que proporção?
d) Com que intensidade e freqüência?
e) Qual deve ser a programação (tempo) da propaganda após o lançamento?
Publicidade
a) Que eventos utilizaremos para conseguir publicidade?
b) Com que veículos (público/imprensa) manteremos contato?
c) Quais os meios que utilizaremos (assessoria de imprensa/relações
públicas)?
Vendas Pessoais
a) Qual deve ser o tamanho da força de vendas?
b) Como ela deverá estar organizada: por território geográfico, por
produto ou por tipo de cliente?
c) Como deve ser delimitado o território em termos de tamanho e força?
d) Como será feito o recrutamento e seleção dos vendedores?
e) Treinamento? Remuneração?
Motivação? f) Como serão supervisionados, avaliados e controlados? Acrescente outras perguntas que julgar necessário. informação quando bem usada não é demais Um Forte abraço Paulo Roberto Kroich Gomes.
O nosso corpo tem sete centros de energia, que podem ser chamados vórtices, ou chacras.
Trata-se de poderosos campos energéticos, invisíveis aos olhos, mas cuja existência é indiscutível. Os sete vórtices controlam as sete glândulas do sistema endócrino, e estas, por sua vez, regulam todas as funções do corpo, inclusive o processo de envelhecimento.
O primeiro vórtice (denominado chacra da Raiz) situa-se na base da espinha;
O segundo (o chacra sexual), na região do baixo-ventre, abaixo do umbigo;
O terceiro (o chacra do plexo solar), acima do umbigo e abaixo do peito;
O quarto (o chacra cardíaco), no centro do peito;
O quinto vórtice (o chacra da garganta) fica na base do pescoço;
O sexto (o chacra do terceiro olho),no centro da testa, entre as sobrancelhas;
E o sétimo, o vórtice mais elevado (o chacra coronário), localiza-se no alto da cabeça;
Num organismo sadio, todos esses vórtices giram a grande velocidade, fazendo com que a energia vital, flua, subindo pelo sistema endócrino. Mas, se um ou mais desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo da energia vital fica inibido ou bloqueado – e disso resulta o envelhecimento ou a doença. Num indivíduo jovem, esses vórtices estendem-se para fora do corpo, mas nos velhos, fracos e doentes, eles mal conseguem atingir a superfície. O modo mais rápido de se recuperar a saúde, vitalidade e juventude é fazer esses centros de energia voltarem a girar normalmente.
Existem cinco exercícios simples para tal finalidade. Qualquer um deles sozinho já é bom, mas os melhores resultados são alcançados quando se praticam juntos. Esses exercícios não são uma ginástica. Os lamas chamam-lhes de ‘ritos’.
Os Cinco Ritos Tibetanos são a chave para a vitalidade, saúde e juventude, restabelecem o equilíbrio dos sete centros de energia.
RITO NÚMERO 1
O primeiro rito é muito simples É feito com o propósito expresso de aumentar a velocidade dos vórtices. As crianças costumam fazê-lo quando brincam
Rito nº1
Tudo o que tem a fazer é ficar de pé, erecto com os braços estendidos para os lados, na horizontal.
Em seguida, gire de um lado a outro até ficar um pouco tonto. Lembre-se! é importante começar a girar partindo da esquerda para a direita. Em outras palavras, se você colocasse um relógio deitado no chão, teria de girar seguindo os ponteiros deste.
De início, a maioria dos adultos não conseguirá girar mais do que meia dúzia de vezes sem ficar bastante tonto. Como iniciante, não deverá tentar mais do que isso. Se tiver vontade de sentar ou deitar para se recuperar da tontura, faça-o à vontade. Nas primeiras vezes, pratique o rito somente até sentir uma ligeira tontura. Com o tempo, à medida que for fazendo todos os cinco ritos, você será capaz de girar cada vez mais vezes, sentindo menos desconforto.
RITO NÚMERO 2
Rito nº 2
O segundo rito estimula ainda mais os sete vórtices. Ele também é muito simples. A pessoa fica deitada de costas no chão, sobre um tapete ou qualquer outro forro macio. Uma vez deitado de costas, estenda os braços ao longo do corpo e vire as palmas das mãos para o chão, mantendo os dedos fechados. Então, erga a cabeça do chão, encostando o queixo no peito. Ao mesmo tempo, vá levantando as pernas, com os joelhos rectos, até ficarem na vertical. Se possível, deixe as pernas descerem para trás, ficando sobre a cabeça, mas não dobre os joelhos. Depois, vagarosamente, abaixe a cabeça e pernas, mantendo os joelhos firmes, até voltar à posição inicial. Deixe os músculos relaxarem e depois repita o rito. A cada repetição, estabeleça um ritmo de respiração: inspire profundamente ao erguer as pernas e a cabeça; expire todo o ar dos pulmões ao baixá-las. Quanto mais profundamente respirar, melhor. Se você for incapaz de manter os joelhos perfeitamente rectos, dobre-os o mínimo necessário. Mas, prosseguindo na prática, empenhe-se em manter as pernas sempre bem estendidas.
RITO NÚMERO 3
Este rito deve ser praticado logo depois do segundo e é também muito simples.
Ajoelhe-se no chão com o corpo erecto e os braços estendidos paralelamente ao corpo. As palmas das mãos devem ficar encostadas na lateral das coxas.Incline a cabeça para a frente, até o queixo tocar o peito. Depois, atire a cabeça para trás, o máximo possível e, ao mesmo tempo, incline-se para trás, o máximo possível e, ao mesmo tempo, incline-se para trás, arqueando o corpo.
Feito isso, volte à posição original e comece de novo o rito. Inspire profundamente quando arquear a espinha e expire ao voltar à posição erecta. A respiração profunda é extremamente benéfica, por isso encha os pulmões o máximo que conseguir.
Rito nº 3
RITO NÚMERO 4
Primeiro, sente-se com as pernas estendidas para a frente, deixando uma distância de uns quarenta centímetros entre os pés. Mantendo o corpo erecto, coloque as palmas das mãos no chão,voltadas para a frente, ao lado das nádegas.
Rito nº 4
O tronco e as coxas deverão ficar rectos horizontalmente em relação ao chão; os braços e as pernas estarão em posição perpendicular ao chão, todos os músculos deverão estar tensos. Por fim, relaxe ao voltar à posição inicial e descanse antes de repetir o exercício.
Uma vez mais, a respiração é importante. Inspire profundamente ao elevar o corpo,segure a respiração durante a tensão dos músculos e expire completamente enquanto volta à posição inicial. Continue respirando ao mesmo ritmo no intervalo entre as repetições.
RITO NÚMERO 5
Deite-se de bruços no chão. Em seguida, erga o corpo, apoiando-se nas palmas das mãos e dedos dos pés, que deverão ficar fletidos. Durante todo o rito, mantenha uma distância de cerca de 50 centímetros entre os pés e entre as mãos. Mantendo pernas e braços retos, arqueie a espinha e leve a cabeça para trás o máximo possível. Depois, dobre pelas nadegas, erga o corpo até ele ficar como um invertido. Ao mesmo tempo,
Rito nº 5
encoste o queixo no peito. Volte à posição inicial e repita. Inspire ao erguer o corpo e expire quando o baixar.
Na primeira semana pratique cada rito três vezes ao dia. Depois, de semana em semana, vá aumentando as repetições de duas em duas, até estar fazendo cada rito 21 vezes por dia. Em outras palavras, na segunda semana execute cada rito cinco vezes; na terceira, execute cada rito sete vezes; na quarta semana, execute cada rito nove vezes por dia, e assim por diante. Em dez semanas estará fazendo cada um deles 21 vezes por dia.
Nos intervalos entre as repetições, fique de pé, erecto com as mãos nas ancas, e respire profundamente várias vezes. Ao expirar, imagine as tensões a sair do seu corpo, deixando-o relaxado. Quando inspirar, imagine uma sensação de bem-estar invadindo o seu corpo.
Vantagens de elaborar e
comunicar a missão da empresa
Alguns leitores, empresários e profissionais em trabalhos que
tenho realizado me perguntam quais as vantagens de elaborar e comunicar a missão da empresa nesta
oportunidade vamos a isso então. Em um cenário mercadológico como o nosso. Onde
temos muito sucesso em alguns segmentos, dificuldades em outros, não só saber para onde vamos, quem somos e o
que fazemos é crucial para que as empresas consigam ultrapassar tempos
conturbados e que exigem maior capacidade de gestão
Uma empresa não se define
apenas pelo seu nome, normas e estatutos. Tanto em momentos de crise, como em
épocas de bonança, é importante nunca esquecer a razão da existência da sua
empresa. Não apenas, você que toma as decisões, mas todos os que fazem parte
dela. Definir a missão empresarial e fazer entendê-la, interna e externamente, é um
dos grandes desafios de uma empresa. No Ambiente interno a declaração de missão
deve com que e a equipe que faz parte dela, entenda de uma forma clara os seus comportamentos, o que é a empresa onde trabalham e a sua
razão de ser, ou aquilo que ela pretende ser. A missão deve ainda, em
último grau, conseguir transmitir quais são os objetivos que a equipe deve
atingir e ao mesmo tempo incentivar o empenho para os alcançar. A declaração de missão deve estar
associada a metas organizacionais atingíveis e baseada em fatores de sucesso
identificados de uma forma clara por todos, de modo a que assuma um papel
orientador de toda a organização. Ao
nível externo (clientes, fornecedores e sociedade em geral) a declaração de
missão da empresa contribui de uma forma positiva para imagem no mercado.Por exemplo, marcas tradicionais e conceituadas da nossa região tem se distinguido em várias partes do mundo e
conquistado clientes, através da defesa dos seus valores e objetivos claramente
expressos na sua missão empresarial.
Mas para que a missão seja
entendida na sua totalidade é fundamental que os objetivos definidos sejam
realistas e expressos numa mensagem clara. Esta deve ser facilmente perceptível
tanto pelos públicos internos como o externo.
Partindo destes pressupostos, o
gestor e a equipe responsável pelo
desenvolvimento da declaração de missão, deve ter presente que esta deve
refletir os seguintes princípios: A
declaração de missão é o resultado dos consensos obtidos ao nível dos
responsáveis com poder de decisão, deve transmitir de uma forma eficaz os
valores da empresa, fazer o elo de ligação entre o comportamento e os valores defendidos
pela cultura da empresa , deve refletir o estilo de liderança e os objetivos da
empresa, deve ser usada por um longo período de tempo, de preferência por
alguns anos.
Regras
para criar a sua missão: ela não deve ser longa, nem
genérica, não deve ser muito específica, para que não haja probabilidades de
perder a atualidade, deve refletir as aspirações da empresa, mas sem correr os
riscos de não passar de uma declaração de desejos bem intencionados, não deve
ser imposta por um grupo influente., sob pena de não ser interiorizada por todo,
não deve ser uma lista de metas a
atingir. Por isso, não tenha pressa em definir uma frase que depois não consiga
desempenhar o papel.,Enfim a missão não
deve ser ideal, mas sim real e possível de atingir por todos os que irão desempenhá-la,
ou seja a sua equipe.
Ao Elaborar a missão
cabe ao gestor responsável
de topo da empresa fazer uma declaração prévia sobre a sua percepção dos
valores, cultura, objetivos e estratégia da empresa.
Para que não haja riscos de que
o resultado final seja uma declaração de missão demasiado elaborada ou que
reflita um equilíbrio débil entre as diferentes opiniões dos gestores, é
importante ter em mente que a declaração final deve poder ser resumida numa
frase clara e com um bom impacto no mercado no publico que se queira atingir.
Desta forma defina em primeiro lugar quais os
objetivos da empresa. Analise os pontos
fracos e fortes da sua empresa, bem como as ameaças e oportunidades externas. Não se esqueça que a missão da sua empresa
deve contemplar as expectativas dos gestores, dos empregados, dos acionistas
(caso os tenha), dos consumidores etc....
A maior parte das declarações de missão
de empresas inclui os seguintes dados: Os clientes. Os produtos ou serviços. Os
principais mercados. As convicções da empresa em relação aos seus empregados. A
postura da empresa face à sociedade e a sua contribuição enquanto membro desta.
Definição dos objetivos economicos da
empresa a longo prazo.
antes de
você decidir que é necessário para tornar pública a missão da empresa
verifique se a declaração final reúne o consenso de toda a equipe. Agora trace
com sua equipe a sua missão.
O
questionamento, o critério da dúvida, o pensar o refletir pôs-me a pensar em busca de algo que
não tenho como certo, mas que coloca-me em verdadeiros labirintos dilemas estes
que tento escapar a cada momento, pois estão sempre a intrigar-me e atormentar
o meu ser, esta questão é o conhecimento.
O bendito
conhecimento, me faz inquiridor, homem de desejo ávido para questionar,
refletir, tornarnando me pôr vezes insensível as labutas do mundo e me assusto
quando vejo o mundo em ignorância, sem questionar, sem ver, sem refletir as
estrelinhas de todas as informações cientificas ou não jogadas a sua frente
diariamente, sabendo que muitas pessoas em sua maioria jovens,
além de apenas terem e quererem o conhecimento genérico,rápido superficial
facilitado pelos sites de buscas e que vão contra a especialidade do
aprendizado continuo e profundo
solicitados pelas Escolas, Academias e pelo mundo empresarial ou ainda
por simples dúvidas do dia a dia.
O que satisfaz-me é
saber que tenho apenas um grão ou menos que isto da sabedoria universal e
quando relembro o esforço contínuo é incansável de todos os sábios e suas
trágicas passagens, loucura e
perplexidade diante do desconhecido, que mediante do diligente esforço, caiu
como um véu a sua frente, e o que
intrigava a busca, torna-se tormentos para o homem buscador. Como conviver?
Quero sim saber mais, ter muito mais conhecimento, mas a ignorância parece ser mais comoda fazendo
homens cansados fisicamente serem mais felizes e aí penso, porque não nasci
ignorante com certeza não sofreria tanto ou alguns anos depois para incorporar
uma nova filosofia, n ~~ao que eu seja um "hiper, power, sábio" não, não é essa a questão.
Entretanto a jornada já
foi iniciada a ignorância deve ser afastada e sem dúvida deveremos juntar os
grãos que vamos adquirindo ao longo do
caminho para servir de auxilio na construção
de uma humanidade, e se acaso não servir para o mundo inteiro. Que sirva
todo o meu conhecimento o nosso, minhas
reflexões as nossas para orientar, conduzir pelo menos as pessoas do nosso
próprio mundo, um mundo melhor, pois se influencio apenas uma pessoas já faço a diferença.
É assim entre duvidas e certezas que devemos buscar o equilíbrio entre a ignorância e o conhecimento mantendo-se alerta,
vigilante, sabendo que o não saber nos faz infeliz e a busca incessante da
sabedoria e do conhecimento nos leva ao caminho da felicidade,
assim como em um processo utópico com uma jornada contínua, e para que serve então
tudo isso, simplesmente para nos fazer caminhar, pois quando avanço dois passos
e adquiro um centelha ou um grão a mais de conhecimento percebo que mais, o horizonte, o conhecimento a dita sabedoria, se
afasta de mim, reforço, para que serve tudo isto, para nos permitir caminhar pois quanto
mais passos eu der mais passos ele, o conhecimento, a sabedoria, a experiência se afastam de mim mas o que é bom
é que ela nos permite continuar em uma busca constante.Sejam quais forem as duas dúvidas, tome uma decisão não se arrependa avance e sempre pense " aquela ou esta é a melhor decisão que as circunstâncias o o momento a vida ou a ocasião me permitiram e me deram condições para decidir com toda a minha experiência, sabedoria, conhecimento" e desta forma acredite você caminhara pela vida tranquilamente.
Enquanto os labirintos das dúvidas deixaram de ser um dilema para você, pois terás agora o poder de escolha dos caminhos, e em cada passo que der o futuro estará te observando e cobrando cada decisão, agora não mais com dúvidas ou incertezas, pois em cada caminho encruzilhada será guiado para o melhor para você acredite ou não, apenas tenha fé e siga.... Paulo Kroich - Arkaled ( 04 de fevereiro de 2011)
Empatia
no Trabalho O
segredo biológico da empatia profissional
Primeiro o conceito
básico do que é Empatia,
colocar-se no lugar do outro, isso é básico e muita gente diz, mas você
precisa mais do que isso para ter empatia é preciso sentir o que o outro sentem
em um dado momento em que as coisas estão acontecendo, interpretar, avaliar,
ouvir, sentir e por ai vai. Você sabia
que mensagens originadas no coração controlam a empatia facial?
e que elas modificam a
receptividade do cliente às palavras?
quem deseja melhorar o
relacionamento com colegas e clientes
A base científica da
empatia Sucesso
profissional é produto de empatia. Conhecimento é importante, mas vem depois. Desta forma empatia significa menos
quantidade ou qualidade de informação e mais harmonia interativa. Você já
observou que o profissional que comunica bem tem mais oportunidade para subir
na carreira? Quando a empatia alcança
os olhos do cliente em cujos ouvidos andaram maravilhas sobre você, os
resultados são imbatíveis. Sua
empatia profissional está nesse nível? Empatia é
uma ferramenta de quilate. Ter ou não tê-la vai fazer muita diferença para a
sua carreira. A questão é:
de onde ela vem? Como surge e como
funciona? Alguns
profissionais são simpáticos; outros são antipáticos. Isso é normal. Empatia
profissional, porém, é outra coisa. Quando
aliada ao conhecimento e à competência, a empatia profissional proporciona
resultados incríveis, é a diferença entre muitos profissionais Sabemos que
conhecimento e aprimoramento técnico são adquiridos pela qualificação
profissional. Empatia também? Hum... não. Pelo
menos não da mesma forma. Empatia não
é uma qualidade lógica, racional, controlável ou adquirível. Há quem a tenha, e
há quem não. A empatia funciona no modo
que os especialistas do cérebro chamam de "automático". Somos capazes
de controlar o suor e o batimento do coração? Não. Ninguém sua menos ou acalma
o coração simplesmente porque quer. Por
isso, "decidir" trabalhar com empatia é como decidir ter a pupila um
pouco menos dilatada ou um pouco de rubor na face ou um tiquinho de brilho na
mucosa labial. Pela vontade própria,
esses fenômenos simplesmente não acontecem. Mas você
pode acelerar o coração fazendo exercícios, não é verdade? E pode acabar reduzindo o batimento do
coração em repouso simplesmente melhorando seu condicionamento físico. Esse
ajuste é automático, involuntário; porém a decisão é consciente, dirigida ao
objetivo A mesma regra vale para a
empatia.
Recentemente, foi feita uma descoberta muito significativa. Trata-se da ligação
entre um importante nervo do coração e determinadas zonas cerebrais. Essa
descoberta revolucionou o potencial da comunicação humana. O coração é capaz de acionar a empatia. Isso
ocorre porque o coração: possui uma
comunicação direta com o cérebro;
é o responsável pelo ajuste
inconsciente dos músculos faciais, que assumem uma aparência mais empática
enquanto a "mente fala";
engendra um atalho por fora da
temível "amígdala cerebral", a poderosa estrutura que aciona a
ansiedade e transmite insegurança;
e permeia as conexões com o
hemisfério direito do cérebro, o lado criativo e artístico do
profissional.
Portanto, é
da unificação do ritmo do coração com a expressão do rosto e a criatividade de
idéias que surge a empatia.
Pense como anda seu coração,
como anda a sua vida pessoal,
profissional, como andam suas atitudes, seu amor, enfim como anda sua
empatia, todo o seu sucesso depende também deste controle emocional.