Como Fazer benchmarking em um tempo onde todos são afetados pelo mesmo Problema?



Você empresário, profissional, enfim, leitor, internauta que tem me acompanhado por estas edições, aonde falamos nos mais  diversos temas   já deve ter se perguntando o que é Benchmarking  e o mercado fala muito disso em um tempo   onde existe muitas coisas iguais  em cada empresa e dependendo do ramo e segmento que faz parte , querer ser diferente de tudo e de todos e destacar-se no mercado  que é tão igual porém diferente para cada cliente ao mesmo tempo de acordo com sua necessidades,  de uma forma muito simples vou desvendar este mistério. Acompanhe.



Resultado de imagem para benchmarkingBenchmarking é um dos mais úteis instrumentos de gestão para melhorar o desempenho das empresas e conquistar a superioridade em relação à concorrência. Baseia-se na aprendizagem das melhores experiências de empresas similares e ajuda a explicar todo o processo que envolve uma excelente "performance" empresarial. A essência deste instrumento parte do princípio de que nenhuma empresa é a melhor em tudo, o que implica reconhecer que existe no mercado quem faz melhor do que nós e quando a aprendizagem resultante de um processo de benchmarking é aplicada de forma correta facilita a melhoria do desempenho em situações críticas  e o desenvolvimento da empresa.

Como Fazer benchmarking em  um tempo  onde todos são afetados pelo mesmo Problema?  

Primeiro vamos conhece los atraves de 6 passos  que voce poderá  dar na sua empresa.

Passo 1 - Conhecer os tipos de benchmarking
O benchmarking pode ser classificado em três tipos:

Resultado de imagem para benchmarking      Interno - Trata-se do tipo de benchmarking mais utilizado. Consiste em comparar as operações da empresa com as de um departamento interno da própria empresa ou de outras empresas do mesmo grupo. O objetivo é identificar internamente o modelo a seguir. É fácil de implementar uma vez que as informações se encontram acessíveis, sendo por isso fáceis de recolher. Apresenta como grande desvantagem as limitações decorrentes de um processo meramente de âmbito interno.
       
      Competitivo - Tem como alvo a concorrência direta, ou seja a que desenvolve a sua atividade dirigida ao mesmo target ( mercado-público alvo). Prevê a comparação dos produtos e serviços, assim como dos métodos de trabalho da empresa. Tem como fim superar o desempenho da concorrência, identificando os problemas com que ela se debate. Trata-se de um tipo de benchmarking difícil de pôr em prática uma vez que se torna praticamente impossível que as empresas facilitem à concorrência dados das respectivas atividades. Por isso, as informações são difíceis de recolher e por vezes torna-se necessário contratar uma empresa de consultoria externa para conseguir obter os dados pretendidos.

       Genérico ou multi-sectorial - Consiste na comparação entre empresas de diferentes setores (reconhecidas como tendo as melhores práticas em produtos, serviços ou métodos) com o objetivo de identificar e determinar as melhores práticas para determinada área. Permite detectar a inovação mais original e transpô-la para a empresa. É no benchmarking genérico ou multi-setorial que se encontra a maior parte de exemplos práticos. Por outro lado, quando  se trata de empresas de indústrias diferentes, encontra-se, aqui sim, maior abertura para a troca de informação, pirém pode e deve ser usada em todos os ramos de atividade e segmento.

Passo 2 - Aprender os princípios do benchmarking
O benchmarking assenta nos seguintes princípios:

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      Reciprocidade - O benchmarking baseia-se em relações recíprocas. Quando solicitamos informações a uma empresa comprometemo-nos automaticamente colocar a disposição as nossas informações. É como uma rua de dois sentidos na qual todos os intervenientes beneficiam da partilha de informação. Este processo, no entanto, deve ser precedido de uma negociação sobre os limites e as especificidades da troca de informações.
    
      Analogia - Para produzir resultados eficazes, torna-se necessário manter uma analogia com os métodos da nossa empresa. Ou seja, às equipes de benchmarking é exigido que saibam adaptar os processos da organização estudada (que utiliza processos distintos) à respectiva organização que faz o benchmarking.
     
     Medição - Os sistemas de medição, assim como as ferramentas utilizadas na análise dependem dos indicadores selecionados pelas empresas que partilham o estudo. Deve ter-se sempre em conta que o benchmarking é uma comparação de desempenho entre empresas com as melhores práticas.      

       Validação - As equipes de benchmarking devem validar os seus estudos por métodos estatísticos, sob pena de colocarem em causa as conclusões dos dados recolhidos. A mera intuição ou as suposições não constituem métodos  confiáveis de análise.

Passo 3 - Aplicar o processo de benchmarking
O benchmarking é baseado em quatro etapas, segundo o ciclo de Edwards Deming. 
   A saber: To plan (planejar); 
                To do (fazer); 
                To correct (controlar); 
                To act (agir)
      Planeamento - Pode ser resumido a duas questões fundamentais:
    O que deve ser objeto de benchmarking?
  
Resultado de imagem para aplicar benchmarking   Para identificar o objeto de benchmarking torna-se necessário, em primeiro lugar, definir rigorosamente a missão que nos propomos levar a cabo, ou seja o que queremos saber o que buscamos, o que vamos analisar, comparar..
   
     Quem devemos estudar? A seleção dos alvos obriga a uma vigilância relativamente às informações recolhidas. Como estas deverão ser comparáveis, será  necessários prever  ajustes.

             Recolha de dados - Consiste em analisar os seguintes tipos de informação:
      Informação resultante do contato direto com as empresas através de questionários, de entrevistas ou de visitas
   Análise dos dados - Deve ser efetuada tendo em conta dois aspectos:
     A determinação das diferenças de desempenho
     A identificação dos responsáveis pelos bons resultados das melhores empresas
            Adaptação e melhoria - Determinação da ação para melhorar o desempenho da empresa de acordo com as conclusões  das informações coletadas.

Passo 4 - Formação da equipe

       A   composição da equipe  benchmarking depende o sucesso da implementação do processo. A formação das equipes deve permitir a intervenção de toda a empresa. As equipes devem ser flexíveis e podem dividir-se em três grupos:
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      Internas - constituídas por elementos de um mesmo departamento e subordinados ao mesmo responsável hierárquico.
*      Interdepartamentais - constituídas por elementos com competências adequadas à missão a desempenhar. Uma das suas tarefas é fomentar novas formas de comunicação horizontal no seio da organização.
      
       Ad Hoc - constituídas esporadicamente, têm como missão a recolha de informação que lhes permita a ultrapassar os limites impostos.

Passo 5 - Implementar as acções
      A técnica de benchmarking visa o desenvolvimento de estudos que comparem o desempenho com a concorrência, tendo como objetivo alcançar uma posição de liderança. Estes estudos deverão identificar métodos de reconhecida qualidade em outras empresas, ou mesmo na própria empresa, avaliar como esses resultados são obtidos e aplicar o conhecimento adquirido.

Para que os objectivos sejam alcançados, um processo de benchmarking exige a aplicação de algumas regras:

      Recolha de dados internos - tentar compreender, em detalhe, o seu próprio processo
   Recolha de dados externos - analisar o processo dos outros
   Análise das informações - comparar o seu próprio desempenho com a análise dos outros
   Plano de acção - implementar os passos necessários para definir o desempenho a seguir

   Para se tornar eficaz, a aplicação de um processo de benchmarking exige uma planejamento. Os planos de ação devem incluir:
         Descrição do método e do modo como deverá contribuir para reduzir o diferencial da empresa 
         Fixar um calendário, as responsabilidades e o montante dos recursos envolvidos
         Ao iniciar um processo de benchmarking, a empresa deve, acima de tudo, conhecer-se bem internamente.

Passo 6 - Recolher os benefícios
A orientação da empresa para o exterior na procura permanente de oportunidades de melhoria das suas práticas, tendo como objetivo o aumento da competitividade no geral, constitui o principal benefício da implementação do benchmarking.

       Mas o benchmarking proporciona ainda outro tipo de benefícios:
               Facilita o reconhecimento interno da própria organização
         Promove o conhecimento do meio competitivo 
         Facilita a gestão por objetivos
         Constitui um exemplo de motor e de mudança que reduz a resistência interna
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Os Cinco Ritos Tibetanos – A fonte da Juventude

Os Cinco Ritos Tibetanos

A fonte da Juventude

O nosso corpo tem sete centros de energia, que podem ser chamados vórtices, ou chacras.
Trata-se de poderosos campos energéticos, invisíveis aos olhos, mas cuja existência é indiscutível. Os sete vórtices controlam as sete glândulas do sistema endócrino, e estas, por sua vez, regulam todas as funções do corpo, inclusive o processo de envelhecimento.
  • 7chakrasO primeiro vórtice (denominado chacra da Raiz) situa-se na base da espinha;
  • O segundo (o chacra sexual), na região do baixo-ventre, abaixo do umbigo;
  • O terceiro (o chacra do plexo solar), acima do umbigo e abaixo do peito;
  • O quarto (o chacra cardíaco), no centro do peito;
  • O quinto vórtice (o chacra da garganta) fica na base do pescoço;
  • O sexto (o chacra do terceiro olho),no centro da testa, entre as sobrancelhas;
  • E o sétimo, o vórtice mais elevado (o chacra coronário), localiza-se no alto da cabeça;
Num organismo sadio, todos esses vórtices giram a grande velocidade, fazendo com que a energia vital, flua, subindo pelo sistema endócrino. Mas, se um ou mais desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo da energia vital fica inibido ou bloqueado – e disso resulta o envelhecimento ou a doença. Num indivíduo jovem, esses vórtices estendem-se para fora do corpo, mas nos velhos, fracos e doentes, eles mal conseguem atingir a superfície. O modo mais rápido de se recuperar a saúde, vitalidade e juventude é fazer esses centros de energia voltarem a girar normalmente.
Existem cinco exercícios simples para tal finalidade. Qualquer um deles sozinho já é bom, mas os melhores resultados são alcançados quando se praticam juntos. Esses exercícios não são uma ginástica. Os lamas  chamam-lhes  de ‘ritos’.
Os Cinco  Ritos Tibetanos  são a chave para a vitalidade, saúde e juventude, restabelecem o equilíbrio dos sete centros de energia.
RITO NÚMERO 1
O primeiro rito é muito simples É feito com o propósito expresso de aumentar a velocidade dos vórtices. As crianças costumam fazê-lo quando brincam
Rito nº1

Tudo o que  tem a fazer é ficar de pé, erecto  com os braços estendidos para os lados, na horizontal.
Em seguida, gire de um lado a outro até ficar um pouco tonto. Lembre-se! é importante começar a girar partindo da esquerda para a direita. Em outras palavras, se você colocasse um relógio deitado no chão, teria de girar seguindo os ponteiros deste.
De início, a maioria dos adultos não conseguirá girar mais do que meia dúzia de vezes sem ficar bastante tonto. Como iniciante, não deverá tentar mais do que isso. Se tiver vontade de sentar ou deitar para se recuperar da tontura, faça-o à vontade. Nas primeiras vezes, pratique o rito somente até sentir uma ligeira tontura. Com o tempo, à medida que for fazendo todos os cinco ritos, você será capaz de girar cada vez mais vezes, sentindo menos desconforto.
RITO NÚMERO 2
rito22ritoA
rito2b
Rito nº 2
O segundo rito estimula ainda mais os sete vórtices. Ele também é muito simples. A pessoa fica deitada de costas no chão, sobre um tapete ou qualquer outro forro macio. Uma vez deitado de costas, estenda os braços ao longo do corpo e vire as palmas das mãos para o chão, mantendo os dedos fechados. Então, erga a cabeça do chão, encostando o queixo no peito. Ao mesmo tempo, vá levantando as pernas, com os joelhos rectos, até ficarem na vertical. Se possível, deixe as pernas descerem para trás, ficando sobre a cabeça, mas não dobre os joelhos. Depois, vagarosamente, abaixe a cabeça e pernas, mantendo os joelhos firmes, até voltar à posição inicial. Deixe os músculos relaxarem e depois repita o rito. A cada repetição, estabeleça um ritmo de respiração: inspire profundamente ao erguer as pernas e a cabeça; expire todo o ar dos pulmões ao baixá-las. Quanto mais profundamente respirar, melhor. Se você for incapaz de manter os joelhos perfeitamente rectos, dobre-os o mínimo necessário. Mas, prosseguindo na prática, empenhe-se em manter as pernas sempre bem estendidas.
RITO NÚMERO 3
Este rito deve ser praticado logo depois do segundo e é também muito simples.
rito3 Ajoelhe-se no chão com o corpo erecto e os braços estendidos paralelamente ao corpo. As palmas das mãos devem ficar encostadas na lateral das coxas.Incline a cabeça para a frente, até o queixo tocar o peito. Depois, atire a cabeça para trás, o máximo possível e, ao mesmo tempo, incline-se para trás, o máximo possível e, ao mesmo tempo, incline-se para trás, arqueando o corpo.
rito 3a
Feito isso, volte à posição original e comece de novo o rito. Inspire profundamente quando arquear a espinha e expire ao voltar à posição erecta. A respiração profunda é extremamente benéfica, por isso encha os pulmões o máximo que conseguir.
rito3b
Rito nº 3
RITO NÚMERO 4
rito4Primeiro, sente-se com as pernas estendidas para a frente, deixando uma distância de uns quarenta centímetros entre os pés. Mantendo o corpo erecto, coloque as palmas das mãos no chão,voltadas para a frente, ao lado das nádegas.
rito4a
rito4b
rito4c
Rito nº 4
O tronco e as coxas deverão ficar rectos  horizontalmente em relação ao chão; os braços e as pernas estarão em posição perpendicular ao chão, todos os músculos deverão estar tensos. Por fim, relaxe ao voltar à posição inicial e descanse antes de repetir o exercício.
Uma vez mais, a respiração é importante. Inspire profundamente ao elevar o corpo,segure a respiração durante a tensão dos músculos e expire completamente enquanto volta à posição inicial. Continue respirando ao mesmo ritmo no intervalo entre as repetições.
RITO NÚMERO 5
rito5
Deite-se de bruços no chão. Em seguida, erga o corpo, apoiando-se nas palmas das mãos e dedos dos pés, que deverão ficar fletidos. Durante todo o rito, mantenha uma distância de cerca de 50 centímetros entre os pés e entre as mãos. Mantendo pernas e braços retos, arqueie a espinha e leve a cabeça para trás o máximo possível. Depois, dobre pelas nadegas, erga o corpo até ele ficar como um invertido. Ao mesmo tempo,
Rito nº 5
Rito nº 5
encoste o queixo no peito. Volte à posição inicial e repita. Inspire ao erguer o corpo e expire quando o baixar.
Na primeira semana pratique cada rito três vezes ao dia. Depois, de semana em semana, vá aumentando as repetições de duas em duas, até estar fazendo cada rito 21 vezes por dia. Em outras palavras, na segunda semana execute cada rito cinco vezes; na terceira, execute cada rito sete vezes; na quarta semana, execute cada rito nove vezes por dia, e assim por diante. Em dez semanas estará fazendo cada um deles 21 vezes por dia.
Nos intervalos entre as repetições, fique de pé, erecto  com as mãos nas ancas, e respire profundamente várias vezes. Ao expirar, imagine as tensões a sair do seu corpo, deixando-o relaxado. Quando inspirar, imagine uma sensação de bem-estar invadindo o seu corpo.
Fonte:
“A fonte da Juventude” Peter Kelder
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O WhatsApp realmente veio para facilitar a vida das pessoas !


O WhatsApp realmente veio para facilitar a vida das pessoas, porém, com um comunicador à mão capaz de conectar qualquer um em tempo real, é fácil cometer deslizes. As mesmas regras de etiqueta e bom senso da vida real e virtual valem também para o aplicativo, portanto, fique atento para não ser invasivo ou excessivo e acabar sendo mal visto pelos contatos.
1 -Imediatismo e risquinhos azuis
Ninguém é obrigado a responder mensagens assim que ler, portanto, ficar cobrando respostas só porque viu os risquinhos azuis de confirmação de leitura é um atestado de ansiedade. A outra pessoa realiza inúmeras atividades diárias que podem impossibilitar responder na hora. Se é urgente mesmo, faça uma chamada ou escreva que é urgente.
2 -Áudio
Escutar áudios em viva voz ou no aparelho requer intimidade, privacidade e tempo. Se é uma conversa longa, opte por fazer uma chamada, e sempre que possível prefira mensagens de texto, assim você não irá pressionar uma resposta ou irá lotar a memória do telefone da outra pessoa. As mensagens de voz devem ser curtas, concisas e reservadas para emergências, quando é mais fácil falar do que digitar.
3 -Emoticons
Os emoticons, ou emojis, devem ser usados com parcimônia, pois além de poluir visualmente a tela da conversa dão um tom informal e infantilizado à comunicação. Em mensagens empresariais não utilize estes ícones, pois passam a impressão de falta de profissionalismo.
4 -Fotos banais
Ninguém está interessado em ver a foto do seu almoço ou do seu cafezinho; reserve as fotos banais do dia a dia para outras redes sociais e não para lotar o celular dos seus contatos.
5 -Atenção para o conteúdo
Correntes, piadinhas, conteúdo de teor pornográfico, orações e conversas escritas palavra por palavra, mensagens motivacionais cansam qualquer um nos grupos. Ninguém merece abrir o aplicativo e ter trezentas mensagens não lidas sobre banalidades.

6 -Mensagens no grupo

Só escreva nos grupos o que for de interesse comum a todos e que estiver relacionado ao tema do grupo, da forma mais sucinta possível. A quantidade excessiva de mensagens acaba com a bateria dos participantes e as notificações na tela incomodam.

7 -Desviar do objetivo do grupo

É extremamente irritante entrar num grupo de estudos, profissional, ou até de algum tema específico e ver que todo mundo conversa sobre tudo, menos sobre o tema. Pior ainda quando as pessoas enviam vídeos que acabam com a bateria dos participantes e podem prejudicar as pessoas no ambiente profissional. Por incrível que pareça, existem pessoas que têm a cara de pau de vender produtos nos grupos.
8 – Adicionar todo mundo no grupo
Quando você adiciona alguém a um grupo sem consentimento, além de deixar a pessoa confusa quanto ao motivo, ainda acaba expondo seu número de telefone. É uma “sinuca de bico”, pois quando a pessoa decide sair do grupo, se não der satisfação aos participantes, acaba sendo vítima de rumores e fofocas.
9 – Checar mensagens
Em uma reunião profissional é de péssimo tom ficar checando mensagens do WhatsApp, primeiro porque é um desrespeito com os outros participantes e também passa uma imagem de desinteresse para a empresa. O mesmo vale para quando você está conversando pessoalmente com alguém – deixe para checar as notificações mais tarde.

10 – Bom dia, bom dia, bom dia

Nem todo mundo acorda empolgadão dando bom dia aos quatro ventos, pelo menos não na vida real. E quem abre o aplicativo de manhã e lê quinhentas mensagens de bom dia e suas variações, ou piora o mau humor ou acaba esvaindo a cota matinal de felicidade, ainda mais se receber essas mensagens às cinco da madrugada.
11 –Discussão nos grupos
Quando tiver um assunto pessoal com algum membro do grupo, lave a roupa suja por mensagem privada. Os outros participantes não merecem ficar assistindo o bate boca de camarote, exibido em diversas notificações na tela.
12 – Administrador de grupos
O administrador não é aquele que quer reunir os amigos para jogar conversa fora. Antes de formar um grupo, pense em um objetivo claro e de interesse comum a todos. AAo convidar as pessoas, explique o motivo do convite, a finalidade do grupo e quem são os novos participantes.

13 -Público ou privado

Quando te perguntarem algo por mensagem, responda no privado, e quando te perguntarem em um grupo, responda por ali. Também nunca fale de alguém do grupo como se a pessoa não estivesse lá – é uma tremenda falta de educação.
14 -Grupos com profissionais da mesma empresa
Nos grupos profissionais vale a hierarquia da empresa real. Respeite os superiores, use um vocabulário adequado e deixe as questões mais pontuais para conversas olho no olho. Nem é preciso comentar que fazer fofocas ou falar mal de superiores é pedir para ser demitido.
15 – Seduzente
Por incrível que pareça, é cada dia mais comum profissionais abordarem clientes no aplicativo e mudarem a conversa para uma cantada, chegando ao ponto até de solicitarem fotos nuas ou as enviarem sem o consentimento. Alguns casos já viraram meme nacional, como funcionários de empresas de telefonia e a cabo que adicionavam o número dos clientes no aplicativo e, se achavam a foto da pessoa interessante, puxavam papo.
16 – Minúsculas
As mesmas regras para textos, e-mails, e redes sociais valem para o aplicativo. Só use “caps lock”, letras maiúsculas, se estiver enfatizando algo ou gritando com a pessoa; caso contrário, passará uma imagem grosseira e deselegante.
17 – Nome estranho
É muito chato ser abordado por desconhecidos, ainda mais quando usam um nick estranho ou só o número de telefone. Ninguém é obrigado a descobrir com quem está falando, portanto, se apresente ao adicionar alguém.
18 – Fotos comprometedoras e de acidentes
Não se engane: uma vez na rede, sua foto é pública. Portanto, muito cuidado com suas fotos pessoais e não compartilhe fotos comprometedoras dos outros. Também não tem nada mais indigesto do que receber fotos de acidentes, cirurgias, animais doentes e pessoas sendo decapitadas. Não seja essa pessoa deselegante com gostos mórbidos; não há motivo algum que justifique o compartilhamento de tragédia.
 Pense Nisto, Aplique, pratique, comparti
lhe

Equipe, Parceria, Time - Comprometimento com todo

Um diretor trouxe balões para a sala de reunião e deu uma para cada gestor da fábrica.
Então, pediu que cada gestor escrevesse seu próprio nome e que a seguir deixassem o balão no chão no corredor e que eles retornassem para a sala de reunião.

Após realizado isso e como o diretor já tinha planejado com a secretária, a mesma acrescentou vários balões escrito colaboradores e que misturassem os balões.
Feito isso o diretor solicitou a todos os gestores que fossem até o corredor e que encontrassem o seu respectivo balão, tendo somente 5 minutos para procurar o seu nome.
Sendo que ninguém encontrou, devido a vários gestores jogando os balões para os lados tentando encontrar o respectivo balão com o seu nome.
A seguir o diretor os chamou para a sala de reunião e disse:
Agora retornem e peguem qualquer balão com nome e entregue ao gestor que marcou o nome dele no balão.
Em alguns minutos todos os gestores já estavam segurando o seu próprio balão na mão.
Finalmente o diretor disse:
Pessoal o trabalho em equipe é como os balões, ninguém atinge metas procurando apenas a própria. Se todos trabalhassem unidos com um foco único e pensando no resultado final da empresa teremos atingido todas as metas.
Bora trabalhar em equipe e em parceria